Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Nova regra obriga empresas a cuidar da saúde mental dos funcionários

A saúde mental no ambiente de trabalho passa a ter peso oficial nas fiscalizações do Ministério do Trabalho a partir desta segunda-feira (26). A atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) obriga empresas de todo o país a identificar, prevenir e monitorar riscos psicossociais que possam adoecer trabalhadores, como estresse extremo, burnout, assédio moral, metas abusivas e jornadas excessivas.

A mudança representa um marco nas relações de trabalho no Brasil e surge em meio ao crescimento acelerado de afastamentos por transtornos mentais. Somente em 2025, o país registrou mais de 546 mil afastamentos ligados à ansiedade, depressão e esgotamento profissional, segundo dados da Previdência Social.

Com a nova redação da norma, fatores antes tratados de forma indireta passam a integrar oficialmente o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), documento obrigatório das empresas voltado à segurança e saúde ocupacional.

Na prática, os auditores-fiscais passarão a analisar não apenas riscos físicos, químicos ou biológicos, mas também a forma como o trabalho é organizado dentro das empresas. Situações como pressão excessiva, cobranças constantes, conflitos internos, falta de autonomia, assédio moral ou sexual e sobrecarga de tarefas entram definitivamente no radar da fiscalização.

Conforme o Ministério do Trabalho, as empresas deverão criar medidas concretas para reduzir esses problemas, acompanhar os resultados das ações e atualizar periodicamente os planos de prevenção.


Leia mais

Saúde mental: mais de meio milhão de brasileiros pediram afastamento do trabalho em 2025

Ações do Janeiro Branco reforçam importância da saúde mental no Amazonas


A fiscalização poderá ocorrer sem necessidade de autorização judicial, como já acontece nas inspeções trabalhistas. Caso sejam encontradas falhas no gerenciamento dos riscos psicossociais, as empresas poderão sofrer multas e outras penalidades.

Para especialistas, a atualização da NR-1 fortalece o entendimento de que saúde mental também é questão de segurança do trabalho. A medida amplia o respaldo para que trabalhadores denunciem ambientes considerados tóxicos ou adoecedores.

A norma também reforça a responsabilidade das empresas em promover ambientes mais seguros, saudáveis e equilibrados emocionalmente, em um cenário em que o adoecimento mental tem se tornado uma das principais causas de afastamento profissional no país.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A saúde mental no ambiente de trabalho passa a ter peso oficial nas fiscalizações do Ministério do Trabalho a partir desta segunda-feira (26). A atualização da NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) obriga empresas de todo o país a identificar, prevenir e monitorar riscos psicossociais que possam adoecer trabalhadores, como estresse extremo, burnout, assédio moral, metas abusivas e jornadas excessivas.

A mudança representa um marco nas relações de trabalho no Brasil e surge em meio ao crescimento acelerado de afastamentos por transtornos mentais. Somente em 2025, o país registrou mais de 546 mil afastamentos ligados à ansiedade, depressão e esgotamento profissional, segundo dados da Previdência Social.

Com a nova redação da norma, fatores antes tratados de forma indireta passam a integrar oficialmente o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), documento obrigatório das empresas voltado à segurança e saúde ocupacional.

Na prática, os auditores-fiscais passarão a analisar não apenas riscos físicos, químicos ou biológicos, mas também a forma como o trabalho é organizado dentro das empresas. Situações como pressão excessiva, cobranças constantes, conflitos internos, falta de autonomia, assédio moral ou sexual e sobrecarga de tarefas entram definitivamente no radar da fiscalização.

Conforme o Ministério do Trabalho, as empresas deverão criar medidas concretas para reduzir esses problemas, acompanhar os resultados das ações e atualizar periodicamente os planos de prevenção.


Leia mais

Saúde mental: mais de meio milhão de brasileiros pediram afastamento do trabalho em 2025

Ações do Janeiro Branco reforçam importância da saúde mental no Amazonas


A fiscalização poderá ocorrer sem necessidade de autorização judicial, como já acontece nas inspeções trabalhistas. Caso sejam encontradas falhas no gerenciamento dos riscos psicossociais, as empresas poderão sofrer multas e outras penalidades.

Para especialistas, a atualização da NR-1 fortalece o entendimento de que saúde mental também é questão de segurança do trabalho. A medida amplia o respaldo para que trabalhadores denunciem ambientes considerados tóxicos ou adoecedores.

A norma também reforça a responsabilidade das empresas em promover ambientes mais seguros, saudáveis e equilibrados emocionalmente, em um cenário em que o adoecimento mental tem se tornado uma das principais causas de afastamento profissional no país.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Trabalhadores com CNPJ chegam a recorde de 27,1%

A proporção de trabalhadores por conta própria com CNPJ chegou a 27,1% em 2025, o maior percentual da série histórica iniciada em 2012, quando...

Mães adotivas passam a ter os mesmos direitos na licença-maternidade

Mães que adotam crianças passam a ter os mesmos direitos de licença-maternidade garantidos às mães biológicas. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

PCC e CV entram em lista dos EUA e geram temor ao governo Lula, que teme que esse movimento abra espaço para intervenções externas...

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê com preocupação o acordo firmado pelos Estados Unidos e outros 14 países que colocou...

Petrobras e ENH assinam acordo em Moçambique

A Petrobras assinou, na terça-feira (22/9), um memorando de entendimento com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), estatal de Moçambique, para estabelecer uma cooperação...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Perícia do INSS passa a garantir intérprete de Libras nos atendimentos

A Perícia Médica Federal passou a garantir a participação de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos atendimentos realizados a pessoas com deficiência....

CNJ manda cancelar R$ 4,7 bilhões em precatórios ligados ao Banco Master

O corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, determinou o cancelamento de 16 precatórios do setor sucroalcooleiro que somam R$ 4,7 bilhões. A decisão...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Trabalhadores com CNPJ chegam a recorde de 27,1%

A proporção de trabalhadores por conta própria com CNPJ chegou a 27,1% em 2025, o maior percentual da série histórica iniciada em 2012, quando...

Mães adotivas passam a ter os mesmos direitos na licença-maternidade

Mães que adotam crianças passam a ter os mesmos direitos de licença-maternidade garantidos às mães biológicas. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal...

PCC e CV entram em lista dos EUA e geram temor ao governo Lula, que teme que esse movimento abra espaço para intervenções externas...

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vê com preocupação o acordo firmado pelos Estados Unidos e outros 14 países que colocou...

Petrobras e ENH assinam acordo em Moçambique

A Petrobras assinou, na terça-feira (22/9), um memorando de entendimento com a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), estatal de Moçambique, para estabelecer uma cooperação...

Perícia do INSS passa a garantir intérprete de Libras nos atendimentos

A Perícia Médica Federal passou a garantir a participação de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos atendimentos realizados a pessoas com deficiência....

CNJ manda cancelar R$ 4,7 bilhões em precatórios ligados ao Banco Master

O corregedor nacional de Justiça, ministro Benedito Gonçalves, determinou o cancelamento de 16 precatórios do setor sucroalcooleiro que somam R$ 4,7 bilhões. A decisão...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]