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“ICMbio é um câncer para a sociedade”, dispara Plínio Valério

Durante entrevista nesta segunda-feira (31/8), na Rede Amazônica, o senador Plínio Valério (PSDB), candidato à reeleição, voltou a criticar a atuação de organizações não governamentais na Amazônia e defendeu a legalização do chamado garimpo familiar e afirmou que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é um câncer no país.

Na entrevista, Plínio associou a atuação de ONGs a obstáculos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento econômico na região. A crítica se soma a uma das principais bandeiras que o senador vem levando ao Congresso: a regulamentação do garimpo de subsistência praticado por famílias ribeirinhas.

A proposta não é apenas um discurso de campanha. Em abril, Plínio apresentou o Projeto de Lei (PL) 1.954/2026, que altera a legislação da mineração para criar regras específicas para o garimpo familiar de subsistência, incluindo mecanismos de controle, rastreabilidade, prevenção à ilegalidade e proteção ambiental.

O senador argumenta que a atividade de pequena escala não deve ser tratada da mesma maneira que grandes operações ou garimpos ilegais. Em pronunciamento no Senado, ele afirmou que famílias utilizam a atividade como fonte de sobrevivência e defendeu que o Estado estabeleça uma regulamentação específica.

Plínio Valério atacou diretamente o ICMBio ao criticar a atuação do órgão na Amazônia, quando afirmou que o instituto é “o maior câncer que tem neste país” e questionou a criação de áreas de proteção ambiental na região.

Plínio citou como exemplo uma área em Novo Remanso, em Itacoatiara, que, segundo ele, teria sido destinada à proteção de uma espécie de ave. O senador também acusou o ICMBio de causar prejuízos à população e afirmou que o órgão promove a expulsão de moradores em diferentes estados da Amazônia.


Plínio mira 2028 e diz a Renato Junior: “Conte comigo para sua reeleição”

Plínio critica atuação do ICMBio e comenta relatório da CPI das ONGs

Garimpo como atividade de subsistência

Plínio também tem criticado operações de fiscalização contra garimpeiros no Amazonas. Em março, ao comentar ações do Ibama, Polícia Federal e Força Nacional em Humaitá, afirmou que as operações atingiriam famílias que praticam garimpo familiar.

A defesa da regulamentação ganhou forma legislativa neste ano. O primeiro projeto apresentado por Plínio sobre o tema, o PL 1.911/2026, foi retirado pelo próprio senador em abril. Depois, ele apresentou o PL 1.954/2026, que permanece em tramitação no Senado.

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Durante entrevista nesta segunda-feira (31/8), na Rede Amazônica, o senador Plínio Valério (PSDB), candidato à reeleição, voltou a criticar a atuação de organizações não governamentais na Amazônia e defendeu a legalização do chamado garimpo familiar e afirmou que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é um câncer no país.

Na entrevista, Plínio associou a atuação de ONGs a obstáculos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento econômico na região. A crítica se soma a uma das principais bandeiras que o senador vem levando ao Congresso: a regulamentação do garimpo de subsistência praticado por famílias ribeirinhas.

A proposta não é apenas um discurso de campanha. Em abril, Plínio apresentou o Projeto de Lei (PL) 1.954/2026, que altera a legislação da mineração para criar regras específicas para o garimpo familiar de subsistência, incluindo mecanismos de controle, rastreabilidade, prevenção à ilegalidade e proteção ambiental.

O senador argumenta que a atividade de pequena escala não deve ser tratada da mesma maneira que grandes operações ou garimpos ilegais. Em pronunciamento no Senado, ele afirmou que famílias utilizam a atividade como fonte de sobrevivência e defendeu que o Estado estabeleça uma regulamentação específica.

Plínio Valério atacou diretamente o ICMBio ao criticar a atuação do órgão na Amazônia, quando afirmou que o instituto é “o maior câncer que tem neste país” e questionou a criação de áreas de proteção ambiental na região.

Plínio citou como exemplo uma área em Novo Remanso, em Itacoatiara, que, segundo ele, teria sido destinada à proteção de uma espécie de ave. O senador também acusou o ICMBio de causar prejuízos à população e afirmou que o órgão promove a expulsão de moradores em diferentes estados da Amazônia.


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