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Candidata propõe piso para merendeiros, vigilantes e auxiliares no Amazonas

Merendeiros, vigilantes, auxiliares e outros profissionais que atuam no suporte às escolas podem ter um piso salarial no Amazonas. A proposta é defendida pela candidata a deputada estadual Cleia Branches, durante entrevista ao Onda News, nesta segunda-feira (31/8). Segundo ela, existe uma forte disparidade na remuneração da categoria entre os municípios do Estado.

Cleia afirmou que a diferença é percebida principalmente quando se compara a remuneração dos profissionais vinculados à Secretaria de Estado de Educação com aqueles contratados pelas prefeituras.

“Quando você vai para as prefeituras, essa realidade é muito diferente. Você chega em um município e o prefeito paga um salário mínimo, no outro ele paga um pouco mais”, afirmou.

Segundo a candidata, a criação de um piso busca estabelecer uma referência salarial para os trabalhadores independentemente do município onde estejam lotados.

“O que nós estamos buscando é um piso salarial para que essa categoria possa ter valorização, ela possa ter reconhecimento e dignidade salarial”, declarou.

Base salarial abaixo do mínimo

Cleia também relembrou uma das principais reivindicações da categoria antes de 2018. Segundo ela, a remuneração era composta por salário-base e gratificação, mas a base salarial ficava abaixo do salário mínimo.

“Essa base ficava abaixo do salário mínimo e a nossa luta era para que houvesse uma unificação, tanto do salário base quanto da gratificação”, explicou.

De acordo com a candidata, a intenção era fazer com que o trabalhador tivesse uma composição salarial mais clara, sem depender da soma entre diferentes parcelas para identificar sua remuneração.

Ela também citou a luta pelo recebimento do abono do Fundeb. Segundo Cleia, os profissionais passaram a receber o benefício em dezembro de 2020.


Saiba mais: 

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Proposta mira trabalhadores do interior

A candidata afirma que a discussão sobre valorização salarial ganha ainda mais importância nos municípios do interior, onde os valores pagos podem variar de uma prefeitura para outra.

A proposta apresentada por Cleia é estabelecer uma base que permita reduzir essa diferença e garantir maior uniformidade na remuneração dos profissionais que exercem funções semelhantes nas escolas.

Durante a entrevista, ela também citou outra demanda identificada nas viagens pelo interior: o acesso dos servidores à junta médica do Estado. Segundo Cleia, profissionais que vivem em municípios distantes precisam viajar até Manaus para procedimentos relacionados à vida funcional, como redução de carga horária e readaptação.

A candidata defende a criação de polos regionais de atendimento e citou Tefé como uma possível referência para atender trabalhadores do Alto e Médio Solimões.

“Uma coisa é você visitar as escolas aqui em Manaus, outra é você ir nos municípios e conhecer a realidade”, afirmou.

Cleia disse ter visitado mais de 40 municípios e afirmou que as viagens têm servido para identificar demandas específicas dos trabalhadores da educação e transformar essas necessidades em propostas para a atuação parlamentar.

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Merendeiros, vigilantes, auxiliares e outros profissionais que atuam no suporte às escolas podem ter um piso salarial no Amazonas. A proposta é defendida pela candidata a deputada estadual Cleia Branches, durante entrevista ao Onda News, nesta segunda-feira (31/8). Segundo ela, existe uma forte disparidade na remuneração da categoria entre os municípios do Estado.

Cleia afirmou que a diferença é percebida principalmente quando se compara a remuneração dos profissionais vinculados à Secretaria de Estado de Educação com aqueles contratados pelas prefeituras.

“Quando você vai para as prefeituras, essa realidade é muito diferente. Você chega em um município e o prefeito paga um salário mínimo, no outro ele paga um pouco mais”, afirmou.

Segundo a candidata, a criação de um piso busca estabelecer uma referência salarial para os trabalhadores independentemente do município onde estejam lotados.

“O que nós estamos buscando é um piso salarial para que essa categoria possa ter valorização, ela possa ter reconhecimento e dignidade salarial”, declarou.

Base salarial abaixo do mínimo

Cleia também relembrou uma das principais reivindicações da categoria antes de 2018. Segundo ela, a remuneração era composta por salário-base e gratificação, mas a base salarial ficava abaixo do salário mínimo.

“Essa base ficava abaixo do salário mínimo e a nossa luta era para que houvesse uma unificação, tanto do salário base quanto da gratificação”, explicou.

De acordo com a candidata, a intenção era fazer com que o trabalhador tivesse uma composição salarial mais clara, sem depender da soma entre diferentes parcelas para identificar sua remuneração.

Ela também citou a luta pelo recebimento do abono do Fundeb. Segundo Cleia, os profissionais passaram a receber o benefício em dezembro de 2020.


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Durante a entrevista, ela também citou outra demanda identificada nas viagens pelo interior: o acesso dos servidores à junta médica do Estado. Segundo Cleia, profissionais que vivem em municípios distantes precisam viajar até Manaus para procedimentos relacionados à vida funcional, como redução de carga horária e readaptação.

A candidata defende a criação de polos regionais de atendimento e citou Tefé como uma possível referência para atender trabalhadores do Alto e Médio Solimões.

“Uma coisa é você visitar as escolas aqui em Manaus, outra é você ir nos municípios e conhecer a realidade”, afirmou.

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