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Saiba quem vai ser titular na Copa do Mundo entre os convocados de Ancelotti

Carlo Ancelotti anunciou nesta segunda-feira (18/05), em evento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, os 26 convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Mais do que saber quem vai, a pergunta que move o torcedor é outra: dentro da lista, quem começa jogando contra o Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium?

A resposta passa, inevitavelmente, pelo esquema que o treinador italiano vem desenhando desde que assumiu a Amarelinha. A formação se encaminha para ser definida num 4-2-4 e com variação para o 4-3-3. O objetivo é ter um time intenso sem a bola, com marcação-pressão bem encaixada e liberdade com a bola nos pés. É um resgate, com as devidas proporções, do desenho clássico do futebol brasileiro dos anos 70.

O problema é que, às vésperas da convocação, Ancelotti precisou refazer parte do quebra-cabeça. Jogadores como Éder Militão, Estêvão e Rodrygo, lesionados, estão fora do Mundial. As ausências forçam um remanejo no time ideal, especialmente no ataque e na lateral direita.

A escalação provável

Considerando o repertório dos últimos amistosos, o cenário mais provável é que o Brasil estreie na Copa com:

Alisson; Wesley, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Raphinha, Vinicius Júnior, Matheus Cunha e Luiz Henrique.

A leitura, posição por posição:

No gol, Alisson segue como dono da camisa 1, titular no Liverpool e com a confiança do treinador.

Na defesa, a dupla Marquinhos e Gabriel Magalhães se firmou ao longo do ciclo como a mais consistente. Marquinhos, capitão e referência, ganha um parceiro canhoto no zagueiro do Arsenal, o que dá equilíbrio na saída de bola.

Nas laterais, mora a maior dúvida. Com a baixa de Militão, a direita ficou em aberto, e Wesley, do Roma, surge como a aposta mais coerente pelo perfil ofensivo, que casa com o conceito de quatro atacantes. Pela esquerda, Alex Sandro parece mais consolidado. Mas não dá para dizer que a disputa acabou.

No meio-campo, com apenas dois volantes pela proposta tática, Casemiro retoma seu posto como referência de equilíbrio. Bruno Guimarães entra como o parceiro de mais qualidade de passe, capaz de iniciar as transições rápidas que o sistema exige.

No ataque, os quatro nomes refletem o que Ancelotti pediu desde o início: mobilidade, versatilidade e ausência de um camisa 9 fixo. Vini Jr é a referência ofensiva, Raphinha aparece como o ponta mais combativo, Matheus Cunha funciona como o falso 9 móvel que recompõe e abre espaço, e Luiz Henrique surge como o nome que preenche a vaga deixada por Estêvão, pela direita, com velocidade.

Por que essa formação?

O modelo de jogo de Ancelotti no esquema 4-2-4 exige intensidade coletiva, transições rápidas e pressão coordenada. Se trata de um esquema tático que prioriza bloco compacto e dinâmica sem bola. Na prática, o 4-2-4 brasileiro quase sempre se reorganiza como um 4-4-2 sem a bola, com os pontas baixando para compor as linhas defensivas.

A escolha por Luiz Henrique em vez de outras opções como Martinelli faz sentido pelo perfil: ele tem velocidade pura, gosta do confronto direto e cumpre a função de manter a largura pela direita, algo que Raphinha, mais centralizado, nem sempre entrega. É o tipo de complemento que o sistema pede.

A dupla Casemiro e Bruno Guimarães equilibra duas funções: proteção da zaga (Casemiro) e construção (Bruno). Sem um terceiro homem de meio, esses dois precisam cobrir muito espaço, e é por isso que Ancelotti insiste na intensidade da marcação-pressão lá na frente.

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Carlo Ancelotti anunciou nesta segunda-feira (18/05), em evento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, os 26 convocados da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Mais do que saber quem vai, a pergunta que move o torcedor é outra: dentro da lista, quem começa jogando contra o Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium?

A resposta passa, inevitavelmente, pelo esquema que o treinador italiano vem desenhando desde que assumiu a Amarelinha. A formação se encaminha para ser definida num 4-2-4 e com variação para o 4-3-3. O objetivo é ter um time intenso sem a bola, com marcação-pressão bem encaixada e liberdade com a bola nos pés. É um resgate, com as devidas proporções, do desenho clássico do futebol brasileiro dos anos 70.

O problema é que, às vésperas da convocação, Ancelotti precisou refazer parte do quebra-cabeça. Jogadores como Éder Militão, Estêvão e Rodrygo, lesionados, estão fora do Mundial. As ausências forçam um remanejo no time ideal, especialmente no ataque e na lateral direita.

A escalação provável

Considerando o repertório dos últimos amistosos, o cenário mais provável é que o Brasil estreie na Copa com:

Alisson; Wesley, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Raphinha, Vinicius Júnior, Matheus Cunha e Luiz Henrique.

A leitura, posição por posição:

No gol, Alisson segue como dono da camisa 1, titular no Liverpool e com a confiança do treinador.

Na defesa, a dupla Marquinhos e Gabriel Magalhães se firmou ao longo do ciclo como a mais consistente. Marquinhos, capitão e referência, ganha um parceiro canhoto no zagueiro do Arsenal, o que dá equilíbrio na saída de bola.

Nas laterais, mora a maior dúvida. Com a baixa de Militão, a direita ficou em aberto, e Wesley, do Roma, surge como a aposta mais coerente pelo perfil ofensivo, que casa com o conceito de quatro atacantes. Pela esquerda, Alex Sandro parece mais consolidado. Mas não dá para dizer que a disputa acabou.

No meio-campo, com apenas dois volantes pela proposta tática, Casemiro retoma seu posto como referência de equilíbrio. Bruno Guimarães entra como o parceiro de mais qualidade de passe, capaz de iniciar as transições rápidas que o sistema exige.

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Por que essa formação?

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