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Bolsonaro afirma que planeja medidas contra cerco ao Telegram

Ao ser questionado sobre as medidas do Ministério Público Federal (MPF) em relação ao aplicativo de mensagens Telegram, o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o governo federal está “tratando do assunto”. O aplicativo de mensagens, que possibilita maior divulgação de fake news, pode se tornar alvo de medidas judiciais de curto prazo —e até mesmo suspensões temporárias— no Brasil.

Bolsonaro, no entanto, não citou quais providências poderiam ser tomadas pelo Planalto para interferir na questão e limitou a dizer que “a gente está vendo aqui”. E complementou: “É uma covardia que estão querendo fazer com o Brasil, né. Covardia, né“.

O Telegram é hoje uma das principais ferramentas na estratégia de comunicação do presidente da República, que também pretende utilizá-la como meio de divulgação durante a campanha eleitoral deste ano —ele deve confirmar em breve a candidatura à reeleição.

Leia mais:

Telegram pode ser bloqueado em breve no Brasil; entenda o motivo

Presidente do TSE pode banir aplicativo Telegram do Brasil em 2022

 

O canal de Bolsonaro no Telegram tem mais de 1 milhão de inscritos. O presidente reconheceu a força das mídias digitais e avalia que o engajamento nas redes lhe garantiu a vitória nas eleições presidenciais de 2018. O pleito foi marcado por polêmicas relacionadas a fake news e disparo em massa de mensagens via WhatsApp.

Ao contrário do aplicativo que pertence ao grupo Meta, do americano Mark Zuckerberg, o Telegram não viabiliza recursos tão eficientes de controle e prevenção quanto ao compartilhamento de fake news. O aplicativo preferido dos bolsonaristas foi desenvolvido pelo programador russo Pavel Durov, que não tem manifestado interesse em dialogar com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para debater possíveis iniciativas.

 

Via UOL

 

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Ao ser questionado sobre as medidas do Ministério Público Federal (MPF) em relação ao aplicativo de mensagens Telegram, o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o governo federal está “tratando do assunto”. O aplicativo de mensagens, que possibilita maior divulgação de fake news, pode se tornar alvo de medidas judiciais de curto prazo —e até mesmo suspensões temporárias— no Brasil.

Bolsonaro, no entanto, não citou quais providências poderiam ser tomadas pelo Planalto para interferir na questão e limitou a dizer que “a gente está vendo aqui”. E complementou: “É uma covardia que estão querendo fazer com o Brasil, né. Covardia, né“.

O Telegram é hoje uma das principais ferramentas na estratégia de comunicação do presidente da República, que também pretende utilizá-la como meio de divulgação durante a campanha eleitoral deste ano —ele deve confirmar em breve a candidatura à reeleição.

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Ao contrário do aplicativo que pertence ao grupo Meta, do americano Mark Zuckerberg, o Telegram não viabiliza recursos tão eficientes de controle e prevenção quanto ao compartilhamento de fake news. O aplicativo preferido dos bolsonaristas foi desenvolvido pelo programador russo Pavel Durov, que não tem manifestado interesse em dialogar com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para debater possíveis iniciativas.

 

Via UOL

 

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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