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Petróleo da Venezuela: Trump exige exclusividade da produção com os EUA

O governo dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, estabeleceu uma série de condições para que a Venezuela volte a produzir petróleo e amplie o fornecimento da commodity. As exigências foram apresentadas à presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, durante conversas conduzidas pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, segundo relataram à CNN dois altos funcionários da Casa Branca.

De acordo com as fontes, Washington condiciona a retomada da produção ao rompimento de relações da Venezuela com China, Irã, Rússia e Cuba, além da formalização de uma parceria exclusiva com os Estados Unidos na exploração e comercialização do petróleo. O governo venezuelano também teria de priorizar os interesses da gestão Trump e de empresas petrolíferas americanas em futuras vendas.

As demandas vieram a público após a captura do então líder deposto Nicolás Maduro, no fim de semana, e foram inicialmente divulgadas pela ABC News. Segundo interlocutores do governo americano, os pontos considerados mais urgentes envolvem a retirada da influência de países adversários, maior cooperação nas vendas de petróleo e avanços no combate ao narcotráfico.

Em reuniões com parlamentares, Rubio afirmou que as condições já foram oficialmente transmitidas ao governo interino de Rodríguez. Autoridades americanas não informaram se Caracas aceita as exigências, mas avaliam que o reforço militar dos EUA na costa venezuelana aumenta a pressão para um acordo.


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Caso haja cooperação por parte do governo venezuelano, a Casa Branca sinaliza a possibilidade de reavaliar a política de sanções contra o país. Segundo um alto funcionário, o objetivo imediato dos Estados Unidos é impedir que o petróleo venezuelano seja direcionado a países considerados adversários estratégicos.

Aliados de Trump afirmam que o presidente tem defendido, em conversas reservadas, a redução da presença do Irã, da Rússia e da China no hemisfério ocidental, e que a Venezuela é vista como peça central dessa estratégia. Planos mais amplos para reconstruir a infraestrutura energética venezuelana e ampliar as exportações aos EUA ainda estão em desenvolvimento e devem exigir tempo e investimentos.

Nesse contexto, Trump deve se reunir nesta sexta-feira (9/1) com executivos do setor petrolífero. Estão previstas as presenças de representantes da Chevron, única empresa americana atualmente em operação na Venezuela, além da Exxon Mobil, da ConocoPhillips e de outras companhias do setor.

O encontro ocorre após o presidente dos EUA afirmar, em publicação nas redes sociais, que o governo interino da Venezuela se comprometeu a entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos. Segundo Trump, o produto será vendido a preços de mercado, com os recursos sob controle da administração americana.

*Com informações da CNN Brasil.

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O governo dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, estabeleceu uma série de condições para que a Venezuela volte a produzir petróleo e amplie o fornecimento da commodity. As exigências foram apresentadas à presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, durante conversas conduzidas pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, segundo relataram à CNN dois altos funcionários da Casa Branca.

De acordo com as fontes, Washington condiciona a retomada da produção ao rompimento de relações da Venezuela com China, Irã, Rússia e Cuba, além da formalização de uma parceria exclusiva com os Estados Unidos na exploração e comercialização do petróleo. O governo venezuelano também teria de priorizar os interesses da gestão Trump e de empresas petrolíferas americanas em futuras vendas.

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*Com informações da CNN Brasil.

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