Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

CGU conclui que cartão de vacina de Bolsonaro foi adulterado, mas não aponta culpados  

A CGU (Controladoria-Geral da União) concluiu ser falso o registro de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra a Covid-19. Investigações da Polícia Federal indicaram que os dados dos certificados haviam sido adulterados para permitir a entrada de Bolsonaro nos Estados Unidos, no final de 2022.

Dados do Ministério da Saúde indicam que há um registro de vacinação contra a Covid-19 em 19 de julho de 2021, na UBS Parque Peruche, em São Paulo. As investigações mostraram, porém, que o ex-presidente não estava na capital paulista nesta data — ele foi para Brasília um dia antes e não fez nenhum outro voo até 22 de julho.

Os dados mostraram que a vacina que Bolsonaro “tomou” não estava disponível na UBS Parque Peruche naquele dia. Além disso, em depoimento aos auditores da CGU, a enfermeira indicada no cartão de vacinação negou que tenha aplicado a dose e disse que não trabalhava mais na UBS à época, o que foi confirmado por documentos.


Leia mais:

Após elogios a Lula, presidente do PL se desculpa com Bolsonaro

Bolsonaro e Janones são intimados pelo STF para se manifestarem sobre conciliação


Todos os funcionários ouvidos pela CGU disseram não ter visto Bolsonaro na UBS Parque Peruche em 19 de julho de 2021. Os depoimentos foram corroborados pela análise dos livros físicos mantidos pela UBS para registro da vacinação da população.

Nestes cadastros, os auditores da CGU identificaram rapidamente um possível esquema de fraude em cartões de vacinação que também envolvia o então secretário de Governo de Duque de Caxias, João Carlos de Sousa Brecha. Os registros foram feitos por agentes municipais, mas cancelados antes mesmo do início das investigações.

As descobertas da CGU em Duque de Caxias levaram à deflagração da Operação Venire, da Polícia Federal. A ação revelou a ligação de agentes públicos federais e municipais com o esquema e, ainda, a do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que foi preso preventivamente em maio de 2023.

“Portanto, quanto à vacinação que teria ocorrido em São Paulo – único registro que ainda permanece no cartão de vacinação do ex-Chefe do Executivo – a CGU encerrou seus trabalhos no final de 2023. A conclusão foi que se trata de fraude ao sistema estadual de registro de vacinação contra a covid-19”, diz a CGU, em nota.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A CGU (Controladoria-Geral da União) concluiu ser falso o registro de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra a Covid-19. Investigações da Polícia Federal indicaram que os dados dos certificados haviam sido adulterados para permitir a entrada de Bolsonaro nos Estados Unidos, no final de 2022.

Dados do Ministério da Saúde indicam que há um registro de vacinação contra a Covid-19 em 19 de julho de 2021, na UBS Parque Peruche, em São Paulo. As investigações mostraram, porém, que o ex-presidente não estava na capital paulista nesta data — ele foi para Brasília um dia antes e não fez nenhum outro voo até 22 de julho.

Os dados mostraram que a vacina que Bolsonaro “tomou” não estava disponível na UBS Parque Peruche naquele dia. Além disso, em depoimento aos auditores da CGU, a enfermeira indicada no cartão de vacinação negou que tenha aplicado a dose e disse que não trabalhava mais na UBS à época, o que foi confirmado por documentos.


Leia mais:

Após elogios a Lula, presidente do PL se desculpa com Bolsonaro

Bolsonaro e Janones são intimados pelo STF para se manifestarem sobre conciliação


Todos os funcionários ouvidos pela CGU disseram não ter visto Bolsonaro na UBS Parque Peruche em 19 de julho de 2021. Os depoimentos foram corroborados pela análise dos livros físicos mantidos pela UBS para registro da vacinação da população.

Nestes cadastros, os auditores da CGU identificaram rapidamente um possível esquema de fraude em cartões de vacinação que também envolvia o então secretário de Governo de Duque de Caxias, João Carlos de Sousa Brecha. Os registros foram feitos por agentes municipais, mas cancelados antes mesmo do início das investigações.

As descobertas da CGU em Duque de Caxias levaram à deflagração da Operação Venire, da Polícia Federal. A ação revelou a ligação de agentes públicos federais e municipais com o esquema e, ainda, a do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que foi preso preventivamente em maio de 2023.

“Portanto, quanto à vacinação que teria ocorrido em São Paulo – único registro que ainda permanece no cartão de vacinação do ex-Chefe do Executivo – a CGU encerrou seus trabalhos no final de 2023. A conclusão foi que se trata de fraude ao sistema estadual de registro de vacinação contra a covid-19”, diz a CGU, em nota.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Pesquisa Pontual: Cidade vence disputa contra Omar Aziz pelo Governo do Amazonas

A pesquisa do Instituto Pontual de Pesquisas, divulgada nesta sexta-feira (25/9), aponta que Roberto Cidade (União Brasil) aparece à frente de Omar Aziz (PSD)...

Datafolha mostra disputa acirrada entre Lula e Flávio no 2º turno

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Pesquisa Pontual: Cidade vence disputa contra Omar Aziz pelo Governo do Amazonas

A pesquisa do Instituto Pontual de Pesquisas, divulgada nesta sexta-feira (25/9), aponta que Roberto Cidade (União Brasil) aparece à frente de Omar Aziz (PSD)...

Datafolha mostra disputa acirrada entre Lula e Flávio no 2º turno

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta...

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]