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Damares cita Moraes em ‘perseguição política’ e defende Bolsonaro: “Querem silenciar a direita”

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou, em discurso no plenário do Senado nesta segunda-feira (3/11), que a prisão domiciliar imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro representa, segundo ela, um ato judicial com motivação política.

Durante a fala, Damares voltou a criticar a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e classificou as restrições impostas a Bolsonaro — como a proibição de comunicação e de participação em reuniões políticas — como uma limitação direta à atividade política do ex-presidente.

 “Um líder carismático que arrasta multidões agora está proibido de se comunicar? Moraes também proibiu que Bolsonaro realizasse reuniões políticas ou que se comunicasse com autoridades estrangeiras. Por que restringir a comunicação dele? É medo das verdades que ele tem a dizer?”, questionou a senadora.


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Damares também associou o caso ao conceito de lawfare, termo usado para descrever o uso de instrumentos jurídicos com fins políticos. Segundo ela, haveria “vazamentos seletivos e acusações sem provas consistentes” contra o ex-presidente.

A parlamentar destacou ainda que trabalha para ampliar a bancada conservadora no Congresso e defendeu que o Legislativo reaja ao que chamou de “precedentes perigosos” abertos por decisões do Judiciário.

“A perseguição política é a arma daqueles que, incapazes de vencer pelo debate, tentam silenciar pela força. Mas não vão nos silenciar. A vontade do povo deve prevalecer — e a vontade do povo é Bolsonaro livre e elegível”, concluiu Damares.

*Com informações de Agência Senado.

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou, em discurso no plenário do Senado nesta segunda-feira (3/11), que a prisão domiciliar imposta ao ex-presidente Jair Bolsonaro representa, segundo ela, um ato judicial com motivação política.

Durante a fala, Damares voltou a criticar a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e classificou as restrições impostas a Bolsonaro — como a proibição de comunicação e de participação em reuniões políticas — como uma limitação direta à atividade política do ex-presidente.

 “Um líder carismático que arrasta multidões agora está proibido de se comunicar? Moraes também proibiu que Bolsonaro realizasse reuniões políticas ou que se comunicasse com autoridades estrangeiras. Por que restringir a comunicação dele? É medo das verdades que ele tem a dizer?”, questionou a senadora.


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“A perseguição política é a arma daqueles que, incapazes de vencer pelo debate, tentam silenciar pela força. Mas não vão nos silenciar. A vontade do povo deve prevalecer — e a vontade do povo é Bolsonaro livre e elegível”, concluiu Damares.

*Com informações de Agência Senado.

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