Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Defesa de Rivaldo Barbosa pede envio do caso Marielle, do STF, para Justiça do Rio

A defesa do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, defendeu nesta quarta-feira (05/06) o envio da investigação sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco para a Justiça fluminense.

Na petição enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o caso tramita, os advogados alegam que o processo não pode ser conduzido pela Corte.

Além de Barbosa, o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Domingos Brazão, e o deputado federal (União-RJ) Chiquinho Brazão estão presos desde março deste ano, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, em função das investigações. Os três já foram denunciados ao STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por homicídio e organização criminosa.

No documento, os advogados alegam que o assassinato de Marielle ocorreu em 2018, quando o parlamentar era vereador no Rio e não tinha foro privilegiado. Dessa forma, as acusações tratam de período anterior ao mandato de Brazão, devendo ser analisadas pela Justiça fluminense, segundo a defesa.

“Considerando que o primeiro pressuposto de fixação da competência de foro por prerrogativa de função é objetivo e que ao tempo do crime João Francisco Inácio Brazão não era agente político investido em cargo com prerrogativa constitucional de foro, falece ao STF a competência para o feito”, argumentou a defesa.


Leia mais:

Caso Marielle: Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, dá depoimento à PF nesta segunda (3)

Saiba quem são Rivaldo Barbosa e os irmãos Brazão, os mandantes da morte de Marielle Franco


Os advogados também pediram que o ministro Flávio Dino se declare impedido para julgar a denúncia apresentada pela PGR contra Rivaldo e os irmãos Brazão.

Dino mandou a Polícia Federal retomar a investigação do caso Marielle no período em que foi ministro da Justiça e Segurança Pública, antes de chegar ao Supremo.

“A efetiva participação do ministro Flávio Dino no âmbito das investigações do assassinato de Anderson Gomes e Marielle Franco enquanto ministro da Justiça contaminou a sua esfera de avaliação sobre o caso, impactando inequivocamente a sua perspectiva sobre os denunciados, notadamente porque ajudou a construir, juntamente com a Policial Federal, a convicção inicial, que inclusive ensejou a denúncia”, concluiu a defesa.

Na segunda-feira (03/06), Rivaldo prestou depoimento à PF e afirmou não ter qualquer relacionamento com os irmãos Brazão. Ele também negou que tenha sido solicitado a ele a interferência nas investigações sobre a morte de Marielle.

*Com informações da Agência Brasil

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A defesa do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, defendeu nesta quarta-feira (05/06) o envio da investigação sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco para a Justiça fluminense.

Na petição enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o caso tramita, os advogados alegam que o processo não pode ser conduzido pela Corte.

Além de Barbosa, o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Domingos Brazão, e o deputado federal (União-RJ) Chiquinho Brazão estão presos desde março deste ano, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, em função das investigações. Os três já foram denunciados ao STF pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por homicídio e organização criminosa.

No documento, os advogados alegam que o assassinato de Marielle ocorreu em 2018, quando o parlamentar era vereador no Rio e não tinha foro privilegiado. Dessa forma, as acusações tratam de período anterior ao mandato de Brazão, devendo ser analisadas pela Justiça fluminense, segundo a defesa.

“Considerando que o primeiro pressuposto de fixação da competência de foro por prerrogativa de função é objetivo e que ao tempo do crime João Francisco Inácio Brazão não era agente político investido em cargo com prerrogativa constitucional de foro, falece ao STF a competência para o feito”, argumentou a defesa.


Leia mais:

Caso Marielle: Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, dá depoimento à PF nesta segunda (3)

Saiba quem são Rivaldo Barbosa e os irmãos Brazão, os mandantes da morte de Marielle Franco


Os advogados também pediram que o ministro Flávio Dino se declare impedido para julgar a denúncia apresentada pela PGR contra Rivaldo e os irmãos Brazão.

Dino mandou a Polícia Federal retomar a investigação do caso Marielle no período em que foi ministro da Justiça e Segurança Pública, antes de chegar ao Supremo.

“A efetiva participação do ministro Flávio Dino no âmbito das investigações do assassinato de Anderson Gomes e Marielle Franco enquanto ministro da Justiça contaminou a sua esfera de avaliação sobre o caso, impactando inequivocamente a sua perspectiva sobre os denunciados, notadamente porque ajudou a construir, juntamente com a Policial Federal, a convicção inicial, que inclusive ensejou a denúncia”, concluiu a defesa.

Na segunda-feira (03/06), Rivaldo prestou depoimento à PF e afirmou não ter qualquer relacionamento com os irmãos Brazão. Ele também negou que tenha sido solicitado a ele a interferência nas investigações sobre a morte de Marielle.

*Com informações da Agência Brasil

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Flávio Bolsonaro usou jato ligado a Vorcaro, diz revista

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, utilizou em janeiro de 2025 um jato que tinha entre seus proprietários pessoas ligadas ao empresário...

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Flávio Bolsonaro usou jato ligado a Vorcaro, diz revista

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, utilizou em janeiro de 2025 um jato que tinha entre seus proprietários pessoas ligadas ao empresário...

Rodrigo Pacheco toma posse no TCU na próxima quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco, do PSB-MG, toma posse como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima quarta-feira (30), às 11h, em...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Defesa de Bolsonaro desiste de pedir suspensão de pena duas horas após pedido

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro desistiu, nesta quinta-feira (24/9), do pedido de suspensão da pena de 27 anos e 3 meses de prisão...

Pesquisa Futura: Congresso e STF passam de 60% de desaprovação

Uma pesquisa Futura/100% Cidades divulgada nesta quinta-feira (24) mostra índices superiores a 60% de desaprovação para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal...

Renato Junior eleva auxílio-moradia de médicos para R$ 2,5 mil

O prefeito de Manaus, Renato Junior, assinou nesta quinta-feira (24/9) o reajuste dos auxílios destinados aos médicos do Programa Mais Médicos que atuam na...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]