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“Fila do INSS nunca vai acabar”, diz ministro Luppi

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, afirmou nesta quarta-feira (3/1) que a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) “nunca vai acabar”. Lupi disse que a meta para este ano é reduzir o tempo de espera para 30 dias. O prazo legal para a análise dos benefícios é de 45 dias. De acordo com o ministro, atualmente, a espera é de 49 dias.

“Quem diz que vai acabar a fila é mentiroso. Todo mês, entram 900 mil pedidos, 1 milhão de pedidos novos, então todo mês terão pelo menos 900 mil, 1 milhão de pessoas pedindo, e ninguém resolve assim. Tem de conferir documento, tem de ser justo”, destacou Lupi.

Até outubro, a fila do INSS tinha cerca de 1,6 milhão de pessoas aguardando análise de pedidos de perícia médica e de pendências administrativas.


Leia mais:

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O ministro afirmou que no início do governo Lula o tempo de espera era de 97 dias. A Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP) criticou o descumprimento da promessa feita por Lupi sobre zerar a fila do INSS até o final de 2023.

“Eu quero, nesse ano de 2024, chegar à data de 30 dias de espera para conclusão do benefício. O que quer dizer? Que no próprio mês que a pessoa dê entrada, conclua o processo”, acrescentou Luppi.

O ministro disse, nesta quarta, que nunca falou em zerar totalmente a fila, mas reduzir a espera para o prazo previsto em lei, de 45 dias. Em nota, a ANMP apontou que a espera para atendimento pelo INSS deve atingir 2 milhões de requerimentos pendentes neste ano, sem orçamento público para cobrir as despesas da demanda.

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O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, afirmou nesta quarta-feira (3/1) que a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) “nunca vai acabar”. Lupi disse que a meta para este ano é reduzir o tempo de espera para 30 dias. O prazo legal para a análise dos benefícios é de 45 dias. De acordo com o ministro, atualmente, a espera é de 49 dias.

“Quem diz que vai acabar a fila é mentiroso. Todo mês, entram 900 mil pedidos, 1 milhão de pedidos novos, então todo mês terão pelo menos 900 mil, 1 milhão de pessoas pedindo, e ninguém resolve assim. Tem de conferir documento, tem de ser justo”, destacou Lupi.

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