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VÍDEOS: Presença de Lula na promulgação da reforma tributária gera reação de parlamentares

Durante a cerimônia de promulgação da reforma tributária no Congresso Nacional, nesta quarta-feira (20/12), a presença do presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva (PT), causou diferentes reações de parlamentares da base e da oposição, que vaiaram e aplaudiram o chefe do Executivo.

Parlamentares de oposição aproveitaram a presença do presidente e iniciaram protestos contra o governo, gritando “Lula ladrão” e vaiando o chefe do Executivo.

Em resposta, quando foi discursar, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pediu que os parlamentares mantivessem o decoro e respeitassem todas autoridades presentes no plenário da Casa.

No momento do hino nacional, alguns deputados de oposição, em protesto, viraram as costas para a bandeira, entre eles Nikolas Ferreira (PL), apoiador do ex-presidente Bolsonaro. O grupo de extrema-direita se posicionou contra os termos da reforma.


Leia mais:

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Apoio da base

Parlamentares da base do governo reagiram com gritos de apoio ao presidente, como “Lula, guerreiro do povo brasileiro” e “Ole ole olá, Lula, Lula”.

Irritado com as vaias, o deputado Washington Luiz Quaquá (PT-RJ) deu um tapa no rosto do capixaba Messias Donato (Republicanos-ES).

“Essa Casa representa o Brasil. É a Casa do povo. E é um dia histórico para esta Casa, para o Congresso Nacional e para o nosso país. Vamos guardar nossas convicções para as sessões normais do plenário. Vamos fazer o máximo possível para nos comportarmos. É um pedido que faço humildemente para cada um”, disse Lira, que foi aplaudido.

Em sua fala durante o evento, o petista enfatizou o empenho do Parlamento que, segundo ele, “quer goste ou não do presidente, é a cara da sociedade brasileira que votou nas eleições de 2022”. E pontuou que, independentemente de gostarem dele, os parlamentares deveriam guardar uma foto do momento histórico.

“Não precisa gostar do governo, gostar do Lula, mas guardem essa fotografia e se lembrem que contra ou a favor, vocês contribuíram para que esse país, pela primeira vez no regime democrático aprovou uma reforma tributária”, disse.

“Certamente ela não vai resolver todos os problemas, mas ela foi a demonstração de que esse Congresso Nacional, e eu já vivi aqui dentro, independentemente da postura política de cada um, do partido de cada um, toda vez que teve que mostrar compromisso com o povo brasileiro, ele mostrou”, completou.

Em seu discurso, Lula ainda disse que estava feliz e apresentou uma série de indicadores econômicos positivos. Segundo ele, “a economia cresceu mais do que todo e qualquer economista imaginava”, com a queda da inflação e de juros, e o aumento da geração de empregos. “Feliz porque eu tenho certeza que o povo está feliz”, disse.

Por fim, o petista fez questão de agradecer a ajuda divina pela promulgação da PEC.

“Eu tenho certeza que nós temos que agradecer a Deus porque somente o todo poderoso é capaz de fazer porque um Congresso tão adverso como esse vote pela primeira vez uma política monetária para começar a resolver o problema do povo pobre desse país”, finalizou recebendo vaias e aplausos dos parlamentares.

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Durante a cerimônia de promulgação da reforma tributária no Congresso Nacional, nesta quarta-feira (20/12), a presença do presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva (PT), causou diferentes reações de parlamentares da base e da oposição, que vaiaram e aplaudiram o chefe do Executivo.

Parlamentares de oposição aproveitaram a presença do presidente e iniciaram protestos contra o governo, gritando “Lula ladrão” e vaiando o chefe do Executivo.

Em resposta, quando foi discursar, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), pediu que os parlamentares mantivessem o decoro e respeitassem todas autoridades presentes no plenário da Casa.

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Em sua fala durante o evento, o petista enfatizou o empenho do Parlamento que, segundo ele, “quer goste ou não do presidente, é a cara da sociedade brasileira que votou nas eleições de 2022”. E pontuou que, independentemente de gostarem dele, os parlamentares deveriam guardar uma foto do momento histórico.

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