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Lula sanciona lei que tributa super-ricos e fundos de offshore

Lei de taxação de super-ricos já foi publicada no Diário Oficial e está em vigor; objetivo é aumentar a arrecadação do Governo.

O presidente Lula (PT) sancionou a lei que tributa as offshores — empresas de brasileiros localizadas em paraísos fiscais — e os fundos dos super-ricos. A lei foi publicada na edição desta quarta, 13/12, do DOU (Diário Oficial da União).

O texto sobre a taxação de offshores e fundos exclusivos foi aprovado pelo Senado em novembro. A lei era considerada essencial pela equipe econômica do governo Lula, que tenta aumentar a arrecadação.

Segundo a lei, a taxa cobrada do investidor que atualizar os rendimentos obtidos no exterior nos fundos dos super-ricos e offshores será de 8%. Na regra atual, a cobrança de Imposto de Renda dos fundos de investimentos de pessoas com alta renda é realizada no resgate do valor aplicado.


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Além disso, a proposta limitou a 30% o percentual de cotas para familiares de até segundo grau no fundo. A taxação do imposto de renda será de 15% sobre as aplicações financeiras, de lucros e dividendos dos fundos dos super-ricos no exterior e das offshores. A taxação dos fundos dos super-ricos vai ocorrer duas vezes ao ano, em maio e novembro. Já a das offshores será anualmente, em 31 de dezembro.

Lula vetou apenas o artigo que definia os sistemas de negociação de Fundos de Investimento em Ações. A ação excluía os sistemas centralizados bilaterais de negociação. O dispositivo vetado criava uma barreira à entrada de novos participantes nos mercados regulamentados de valores mobiliários. Segundo o Ministério da Fazenda, também contrariava e contraria parâmetros da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

*Com informações de UOL 

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O presidente Lula (PT) sancionou a lei que tributa as offshores — empresas de brasileiros localizadas em paraísos fiscais — e os fundos dos super-ricos. A lei foi publicada na edição desta quarta, 13/12, do DOU (Diário Oficial da União).

O texto sobre a taxação de offshores e fundos exclusivos foi aprovado pelo Senado em novembro. A lei era considerada essencial pela equipe econômica do governo Lula, que tenta aumentar a arrecadação.

Segundo a lei, a taxa cobrada do investidor que atualizar os rendimentos obtidos no exterior nos fundos dos super-ricos e offshores será de 8%. Na regra atual, a cobrança de Imposto de Renda dos fundos de investimentos de pessoas com alta renda é realizada no resgate do valor aplicado.


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*Com informações de UOL 

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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