Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Moraes mantém decreto do IOF de Lula; mas veta trecho sobre operações de risco sacado

Segundo Haddad, a expectativa do governo era arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão apenas com a taxação das operações de risco sacado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter quase integralmente o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que elevava a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A medida havia sido barrada pelo Congresso, mas agora volta a valer com exceção de um ponto específico: a taxação sobre operações de risco sacado.

Esse tipo de operação, bastante comum no varejo, envolve o adiantamento de pagamentos por parte de bancos a empresas que vendem a prazo. O trecho vetado por Moraes afetaria especialmente pequenos negócios, que muitas vezes dependem desse mecanismo para manter o capital de giro funcionando. O próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia sinalizado que esse seria o ponto mais delicado da norma.

Segundo Haddad, a expectativa do governo era arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão apenas com a taxação das operações de risco sacado — cerca de 10% da projeção total de R$ 12 bilhões em receitas com o novo decreto.


Leia mais

Alckmin defende o pix após governo americano abrir investigação comercial contra o Brasil

Acordo para destravar BR-319 “esconde” pegadinhas


A decisão de Moraes ocorre em meio a um impasse entre o Planalto e o Congresso, que se agravou desde que Lula assinou o decreto em maio, elevando as alíquotas do IOF. Parlamentares reagiram de forma negativa e aprovaram um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para barrar a medida presidencial.

Com o embate entre os Poderes, o caso foi parar no STF, e Moraes optou inicialmente por suspender tanto a norma do Executivo quanto a resposta legislativa, além de convocar uma audiência de conciliação, que ocorreu na terça-feira (15/7).

Como não houve consenso entre as partes, o ministro decidiu, nesta quarta (16/7), restabelecer o decreto com exceção ao trecho mais polêmico. A decisão, porém, é liminar e ainda será analisada pelo plenário do Supremo.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter quase integralmente o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que elevava a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A medida havia sido barrada pelo Congresso, mas agora volta a valer com exceção de um ponto específico: a taxação sobre operações de risco sacado.

Esse tipo de operação, bastante comum no varejo, envolve o adiantamento de pagamentos por parte de bancos a empresas que vendem a prazo. O trecho vetado por Moraes afetaria especialmente pequenos negócios, que muitas vezes dependem desse mecanismo para manter o capital de giro funcionando. O próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia sinalizado que esse seria o ponto mais delicado da norma.

Segundo Haddad, a expectativa do governo era arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão apenas com a taxação das operações de risco sacado — cerca de 10% da projeção total de R$ 12 bilhões em receitas com o novo decreto.


Leia mais

Alckmin defende o pix após governo americano abrir investigação comercial contra o Brasil

Acordo para destravar BR-319 “esconde” pegadinhas


A decisão de Moraes ocorre em meio a um impasse entre o Planalto e o Congresso, que se agravou desde que Lula assinou o decreto em maio, elevando as alíquotas do IOF. Parlamentares reagiram de forma negativa e aprovaram um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para barrar a medida presidencial.

Com o embate entre os Poderes, o caso foi parar no STF, e Moraes optou inicialmente por suspender tanto a norma do Executivo quanto a resposta legislativa, além de convocar uma audiência de conciliação, que ocorreu na terça-feira (15/7).

Como não houve consenso entre as partes, o ministro decidiu, nesta quarta (16/7), restabelecer o decreto com exceção ao trecho mais polêmico. A decisão, porém, é liminar e ainda será analisada pelo plenário do Supremo.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Novo pede ao TSE inelegibilidade de Lula por desfile no Carnaval

O Partido Novo apresentou no sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o presidente Luiz Inácio...

Roberto Cidade definirá desembargador do TJAM e procurador-geral antes da eleição

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), terá duas missões institucionais importantes junto ao Poder Judiciário antes de enfrentar a eleição de outubro....
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...

Eleição para procurador-geral de Justiça entra em nova fase

A eleição para definir o próximo procurador-geral de Justiça do Amazonas entra em nova fase no dia 17 de agosto, quando o Colégio de...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....

Novo pede ao TSE inelegibilidade de Lula por desfile no Carnaval

O Partido Novo apresentou no sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o presidente Luiz Inácio...

Roberto Cidade definirá desembargador do TJAM e procurador-geral antes da eleição

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), terá duas missões institucionais importantes junto ao Poder Judiciário antes de enfrentar a eleição de outubro....

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...

Eleição para procurador-geral de Justiça entra em nova fase

A eleição para definir o próximo procurador-geral de Justiça do Amazonas entra em nova fase no dia 17 de agosto, quando o Colégio de...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]