O senador Plínio Valério publicou um vídeo nas redes sociais em que faz duras críticas a regras ambientais e à atuação de organizações não governamentais na Amazônia. Na gravação, ele afirma que indígenas estariam sendo impedidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de plantar alimentos em suas próprias terras e classifica a situação como “hipocrisia”.
“Os índios não podem plantar nas terras deles, o que prova que a terra não é deles”, disse o parlamentar. Em outro trecho, ele reforça o tom ao afirmar que povos indígenas não estariam pedindo mais demarcações, mas sim políticas públicas que permitam viver do próprio território.
Na mesma publicação, o senador também criticou ONGs e questionou a atuação de órgãos ambientais, afirmando que indígenas estariam sendo multados por plantar para subsistência. As declarações foram associadas ao relato de um líder indígena da região do Rio Urubu, no Amazonas.
Em nota, o Ibama informou que suas ações seguem a legislação ambiental brasileira e que as autuações realizadas na Terra Indígena Urubu não estão relacionadas ao plantio para subsistência, mas, sim, a práticas consideradas ilegais, como desmatamento, abertura de áreas para futuras chácaras e atividades pecuaristas, além da exploração irregular de madeira. O órgão destacou que atua dentro de suas competências legais e com base em princípios da administração pública, reforçando que a fiscalização tem como objetivo coibir atividades que fogem da finalidade das terras indígenas.
Nota enviada ao Onda Digital
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O senador Plínio Valério publicou um vídeo nas redes sociais em que faz duras críticas a regras ambientais e à atuação de organizações não governamentais na Amazônia. Na gravação, ele afirma que indígenas estariam sendo impedidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de plantar alimentos em suas próprias terras e classifica a situação como “hipocrisia”.
“Os índios não podem plantar nas terras deles, o que prova que a terra não é deles”, disse o parlamentar. Em outro trecho, ele reforça o tom ao afirmar que povos indígenas não estariam pedindo mais demarcações, mas sim políticas públicas que permitam viver do próprio território.
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