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STF barra jornalistas do plenário, mas libera “centenas” de convidados

O Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a entrada de jornalistas no plenário da Corte durante a sessão desta terça-feira (15/9), em que os ministros vão analisar o futuro da apuração envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o caso Master. Segundo a presidência do STF, a restrição ocorre “em razão da capacidade limitada do espaço”. O tribunal informou ainda que a definição das regras levou em conta “sugestões e recomendações dos ministros e da ministra”.

Os profissionais que fazem a cobertura diária da Corte poderão acompanhar o julgamento a partir do comitê de imprensa, no segundo andar do prédio principal. Os demais jornalistas credenciados deverão permanecer na área externa, na marquise do STF, onde será montada estrutura com telões, cadeiras e mesas para acompanhamento da sessão. O tribunal havia aberto credenciamento específico para a cobertura, mas, ainda assim, o acesso ao plenário ficará restrito às pessoas previamente autorizadas pelo cerimonial.

Dino diz que seria favorável à presença da imprensa

Em nota divulgada na segunda-feira (14), a equipe de assessoria do ministro Flávio Dino afirmou que o magistrado não foi consultado sobre a medida e que, se tivesse sido, seria favorável à presença dos profissionais de imprensa no local. “O ministro Flávio Dino esclarece que não foi consultado sobre esse ponto e, caso consultado, se manifestaria a favor da presença dos jornalistas no plenário”, informou a nota.


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Dino afirmou que considera não haver justificativa para impedir a entrada dos jornalistas, enquanto outras centenas de pessoas poderão acompanhar a sessão presencialmente. Segundo o ministro, a presença da imprensa deveria ser permitida diante do número de pessoas autorizadas a entrar na sessão. “Se estarão presentes centenas de pessoas, algumas inclusive ‘convidadas’, o ministro entende que não há razão para excluir os jornalistas”, acrescentou a nota.

Regras de segurança para quem acompanhar a sessão

Além da restrição à imprensa, o STF estabeleceu regras específicas de segurança para as pessoas autorizadas a acompanhar a sessão dentro do plenário. Os celulares deverão ser entregues na entrada e permanecer desligados e lacrados durante todo o julgamento. “Na entrada do plenário, serão disponibilizadas sacolas de segurança do tipo lacre para os celulares, que deverão permanecer lacrados e desligados durante toda a sessão. O rompimento do lacre no interior do plenário poderá resultar na retirada do responsável do local”, informou o tribunal.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a entrada de jornalistas no plenário da Corte durante a sessão desta terça-feira (15/9), em que os ministros vão analisar o futuro da apuração envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o caso Master. Segundo a presidência do STF, a restrição ocorre “em razão da capacidade limitada do espaço”. O tribunal informou ainda que a definição das regras levou em conta “sugestões e recomendações dos ministros e da ministra”.

Os profissionais que fazem a cobertura diária da Corte poderão acompanhar o julgamento a partir do comitê de imprensa, no segundo andar do prédio principal. Os demais jornalistas credenciados deverão permanecer na área externa, na marquise do STF, onde será montada estrutura com telões, cadeiras e mesas para acompanhamento da sessão. O tribunal havia aberto credenciamento específico para a cobertura, mas, ainda assim, o acesso ao plenário ficará restrito às pessoas previamente autorizadas pelo cerimonial.

Dino diz que seria favorável à presença da imprensa

Em nota divulgada na segunda-feira (14), a equipe de assessoria do ministro Flávio Dino afirmou que o magistrado não foi consultado sobre a medida e que, se tivesse sido, seria favorável à presença dos profissionais de imprensa no local. “O ministro Flávio Dino esclarece que não foi consultado sobre esse ponto e, caso consultado, se manifestaria a favor da presença dos jornalistas no plenário”, informou a nota.


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