Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Patrão pode pedir voto para candidato? Entenda o que diz a Justiça

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram, nesta quinta-feira (6/8), a campanha nacional “Aliança pelo Voto Livre e Secreto”.

A iniciativa busca prevenir e combater o assédio eleitoral nas relações de trabalho, além de proteger o direito de trabalhadores escolherem livremente seus candidatos nas eleições de 2026. A campanha adota o slogan “No meu voto mando eu”.

O lançamento ocorreu na sede do TSE, em Brasília, durante a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre as instituições. O documento prevê campanhas educativas, produção e compartilhamento de vídeos, cartilhas e outros materiais informativos, além da realização de cursos, seminários, oficinas e ações de capacitação.

Lançamento da Campanha de Combate ao Assédio Eleitoral no Trabalho. (Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE)

A Aliança também pretende reunir empresas, órgãos públicos, entidades de classe e representantes da sociedade civil em uma rede de conscientização e defesa da liberdade de escolha dos eleitores.

Durante a cerimônia, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a escolha nas urnas somente é legítima quando representa a livre manifestação da vontade do eleitor.

“Nenhuma influência decorrente de relações econômicas, profissionais, hierárquicas ou funcionais pode substituir a consciência individual de quem comparece às urnas para exercer um direito que pertence exclusivamente a ele”, declarou.


Leia mais:

Saiba como identificar assédio eleitoral no trabalho durante as eleições

TRE-AM alerta para punições por assédio eleitoral nas eleições


O que caracteriza assédio eleitoral

O assédio eleitoral ocorre quando empregadores, gestores ou pessoas em posição hierarquicamente superior constrangem, ameaçam ou pressionam trabalhadores para que apoiem determinado candidato, partido ou posicionamento político.

Entre as práticas estão ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais, promessas de benefícios, exigência de participação em atos de campanha e tentativas de controlar ou fiscalizar o voto dos funcionários.

A conduta pode ocorrer em diferentes relações de trabalho, envolvendo empregados com carteira assinada, servidores públicos, terceirizados e estagiários. Dependendo do caso, o responsável poderá sofrer consequências nas áreas eleitoral, trabalhista, civil e criminal.

Empresas, instituições públicas, entidades e cidadãos podem aderir à campanha por meio do formulário disponível na página oficial da iniciativa. Os participantes também podem baixar gratuitamente os materiais de divulgação. Denúncias de assédio eleitoral podem ser encaminhadas ao Ministério Público pela Sala do Cidadão do MPF.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram, nesta quinta-feira (6/8), a campanha nacional “Aliança pelo Voto Livre e Secreto”.

A iniciativa busca prevenir e combater o assédio eleitoral nas relações de trabalho, além de proteger o direito de trabalhadores escolherem livremente seus candidatos nas eleições de 2026. A campanha adota o slogan “No meu voto mando eu”.

O lançamento ocorreu na sede do TSE, em Brasília, durante a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre as instituições. O documento prevê campanhas educativas, produção e compartilhamento de vídeos, cartilhas e outros materiais informativos, além da realização de cursos, seminários, oficinas e ações de capacitação.

Lançamento da Campanha de Combate ao Assédio Eleitoral no Trabalho. (Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE)

A Aliança também pretende reunir empresas, órgãos públicos, entidades de classe e representantes da sociedade civil em uma rede de conscientização e defesa da liberdade de escolha dos eleitores.

Durante a cerimônia, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a escolha nas urnas somente é legítima quando representa a livre manifestação da vontade do eleitor.

“Nenhuma influência decorrente de relações econômicas, profissionais, hierárquicas ou funcionais pode substituir a consciência individual de quem comparece às urnas para exercer um direito que pertence exclusivamente a ele”, declarou.


Leia mais:

Saiba como identificar assédio eleitoral no trabalho durante as eleições

TRE-AM alerta para punições por assédio eleitoral nas eleições


O que caracteriza assédio eleitoral

O assédio eleitoral ocorre quando empregadores, gestores ou pessoas em posição hierarquicamente superior constrangem, ameaçam ou pressionam trabalhadores para que apoiem determinado candidato, partido ou posicionamento político.

Entre as práticas estão ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais, promessas de benefícios, exigência de participação em atos de campanha e tentativas de controlar ou fiscalizar o voto dos funcionários.

A conduta pode ocorrer em diferentes relações de trabalho, envolvendo empregados com carteira assinada, servidores públicos, terceirizados e estagiários. Dependendo do caso, o responsável poderá sofrer consequências nas áreas eleitoral, trabalhista, civil e criminal.

Empresas, instituições públicas, entidades e cidadãos podem aderir à campanha por meio do formulário disponível na página oficial da iniciativa. Os participantes também podem baixar gratuitamente os materiais de divulgação. Denúncias de assédio eleitoral podem ser encaminhadas ao Ministério Público pela Sala do Cidadão do MPF.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Mudança de sobrenome de suplente de Alberto Neto homenageia pai falecido

O empresário Alessandro Bronze Toniza, indicado como primeiro suplente de Alberto Neto (PL) na disputa pelo Senado, afirmou que a adoção do nome político...

Renato Junior declara apoio a Eduardo Braga ao Senado

O prefeito de Manaus, Renato Junior (Avante), anunciou apoio à reeleição do senador Eduardo Braga (MDB) nas eleições de 2026. A declaração confirma Braga...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Apuração em tempo real: saiba como acompanhar os resultados das eleições de 2026

Os resultados das Eleições Gerais de 2026 poderão ser acompanhados em tempo real por eleitoras e eleitores de todo o Brasil por meio do...

Anuncio de Daciolo reacende debate sobre candidatos de fora no AM

A chegada de Cabo Daciolo à disputa pelo Governo do Amazonas reacendeu um debate antigo na política: até que ponto um candidato precisa ter...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Conheça Cabo Daciolo, pastor que disputa o Governo do Amazonas

Esta reportagem faz parte de uma série especial que apresenta o perfil dos candidatos ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026. Ao longo...

Os influenciadores realmente mudam o voto dos brasileiros? Pesquisa revela dado curioso

Os brasileiros acreditam que influenciadores digitais têm peso na eleição presidencial de 2026, mas relutam em admitir que esse peso recaia sobre eles mesmos....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Mudança de sobrenome de suplente de Alberto Neto homenageia pai falecido

O empresário Alessandro Bronze Toniza, indicado como primeiro suplente de Alberto Neto (PL) na disputa pelo Senado, afirmou que a adoção do nome político...

Renato Junior declara apoio a Eduardo Braga ao Senado

O prefeito de Manaus, Renato Junior (Avante), anunciou apoio à reeleição do senador Eduardo Braga (MDB) nas eleições de 2026. A declaração confirma Braga...

Apuração em tempo real: saiba como acompanhar os resultados das eleições de 2026

Os resultados das Eleições Gerais de 2026 poderão ser acompanhados em tempo real por eleitoras e eleitores de todo o Brasil por meio do...

Anuncio de Daciolo reacende debate sobre candidatos de fora no AM

A chegada de Cabo Daciolo à disputa pelo Governo do Amazonas reacendeu um debate antigo na política: até que ponto um candidato precisa ter...

Conheça Cabo Daciolo, pastor que disputa o Governo do Amazonas

Esta reportagem faz parte de uma série especial que apresenta o perfil dos candidatos ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026. Ao longo...

Os influenciadores realmente mudam o voto dos brasileiros? Pesquisa revela dado curioso

Os brasileiros acreditam que influenciadores digitais têm peso na eleição presidencial de 2026, mas relutam em admitir que esse peso recaia sobre eles mesmos....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]