Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ato 8/1: em discurso, Lula diz que “não há perdão para quem atenta contra a democracia”

Solenidade em Brasília para relembrar 1 ano do 8 de janeiro contou com discursos de Lula, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (8/1) que “não há perdão para quem atenta contra a democracia”. Ele fez a declaração durante o evento “Democracia Inabalada”, realizado hoje no Congresso Nacional em virtude do aniversário de um ano dos atos golpistas de 8 de janeiro.

Além de Lula, participaram também do evento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ministros do governo, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, e magistrados da corte, e governadores e parlamentares.

Em seu discurso, Lula afirmou:

“Todos aqueles que financiaram, planejaram e executaram a tentativa de golpe devem ser exemplarmente punidos. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra seu país e contra o seu próprio povo. O perdão soaria como impunidade. E a impunidade, como salvo conduto para novos atos terroristas”.


Leia mais:

Pesquisa Quaest: 89% dos brasileiros condenam atos de 8/1; há 1 ano, eram 94%

Michelle Bolsonaro faz homenagem a preso do 8/1 que morreu na Papuda


O presidente também declarou:

“Quero em primeiro lugar saudar todos os brasileiros e as brasileiras que se colocaram acima das divergências para dizer um eloquente não ao fascismo. Porque somente na democracia as divergências podem coexistir em paz”.

Segundo a organização do ato, cerca de 500 pessoas participaram do evento, que começou com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, cantando o Hino Nacional. Em seguida, foi exibido um vídeo com imagens da depredação e da recuperação dos prédios dos Três Poderes.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), era aguardado, mas alegou um problema de saúde de um familiar, e não compareceu.

Além de Lula, também discursaram os ministros Barroso e Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em sua fala, Barroso chamou o 8 de janeiro de 2023 de “dia da infâmia”. Ele também declarou:

“Banalizou-se o mal, o desrespeito, a grosseria, a agressividade, a falta de compostura. Passamos a ser mal vistos globalmente. O Brasil que deixou de ser Brasil. Porém, a despeito de tudo, as instituições venceram e a democracia prevaleceu”.

Já Moraes defendeu as punições aos autores e financiadores dos atos golpistas e disse que não vai haver apaziguamento. Ele afirmou:

“O fortalecimento da democracia não permite confundirmos paz e união com impunidade, apaziguamento ou esquecimento. Impunidade não representa paz nem união. O apaziguamento também não representa paz, nem União. Um apaziguador, como lembrado pelo ministro Winston Churchill, é alguém que alimenta um crocodilo esperando ser o último a ser devorado. Esquecimento também da mesma maneira não significa nem paz nem união, porque ignorar atentado à democracia seria equivalente a encorajar grupos extremistas aos atos criminosos de golpistas”.

Moraes também voltou a defender a regulamentação das redes sociais, que a seu ver se tornaram instrumentais para a propagação de fake news e discursos de ódio. Ele disse:

“As recentes inovações e tecnologia de informação, o acesso universal às redes sociais, com o agigantamento das plataformas, as big techs, amplificado em especial com o uso da inteligência artificial, essas recentes inovações potencializaram a desinformação premeditada e fraudulenta, amplificaram o discurso de ódio e antidemocráticos.

Não há razoabilidade em se manter redes sociais, big techs, internet como terra de ninguém. O que vale para o mundo real deve valer para o mundo digital”.

*Com informações de G1

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (8/1) que “não há perdão para quem atenta contra a democracia”. Ele fez a declaração durante o evento “Democracia Inabalada”, realizado hoje no Congresso Nacional em virtude do aniversário de um ano dos atos golpistas de 8 de janeiro.

Além de Lula, participaram também do evento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ministros do governo, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, e magistrados da corte, e governadores e parlamentares.

Em seu discurso, Lula afirmou:

“Todos aqueles que financiaram, planejaram e executaram a tentativa de golpe devem ser exemplarmente punidos. Não há perdão para quem atenta contra a democracia, contra seu país e contra o seu próprio povo. O perdão soaria como impunidade. E a impunidade, como salvo conduto para novos atos terroristas”.


Leia mais:

Pesquisa Quaest: 89% dos brasileiros condenam atos de 8/1; há 1 ano, eram 94%

Michelle Bolsonaro faz homenagem a preso do 8/1 que morreu na Papuda


O presidente também declarou:

“Quero em primeiro lugar saudar todos os brasileiros e as brasileiras que se colocaram acima das divergências para dizer um eloquente não ao fascismo. Porque somente na democracia as divergências podem coexistir em paz”.

Segundo a organização do ato, cerca de 500 pessoas participaram do evento, que começou com a ministra da Cultura, Margareth Menezes, cantando o Hino Nacional. Em seguida, foi exibido um vídeo com imagens da depredação e da recuperação dos prédios dos Três Poderes.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), era aguardado, mas alegou um problema de saúde de um familiar, e não compareceu.

Além de Lula, também discursaram os ministros Barroso e Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em sua fala, Barroso chamou o 8 de janeiro de 2023 de “dia da infâmia”. Ele também declarou:

“Banalizou-se o mal, o desrespeito, a grosseria, a agressividade, a falta de compostura. Passamos a ser mal vistos globalmente. O Brasil que deixou de ser Brasil. Porém, a despeito de tudo, as instituições venceram e a democracia prevaleceu”.

Já Moraes defendeu as punições aos autores e financiadores dos atos golpistas e disse que não vai haver apaziguamento. Ele afirmou:

“O fortalecimento da democracia não permite confundirmos paz e união com impunidade, apaziguamento ou esquecimento. Impunidade não representa paz nem união. O apaziguamento também não representa paz, nem União. Um apaziguador, como lembrado pelo ministro Winston Churchill, é alguém que alimenta um crocodilo esperando ser o último a ser devorado. Esquecimento também da mesma maneira não significa nem paz nem união, porque ignorar atentado à democracia seria equivalente a encorajar grupos extremistas aos atos criminosos de golpistas”.

Moraes também voltou a defender a regulamentação das redes sociais, que a seu ver se tornaram instrumentais para a propagação de fake news e discursos de ódio. Ele disse:

“As recentes inovações e tecnologia de informação, o acesso universal às redes sociais, com o agigantamento das plataformas, as big techs, amplificado em especial com o uso da inteligência artificial, essas recentes inovações potencializaram a desinformação premeditada e fraudulenta, amplificaram o discurso de ódio e antidemocráticos.

Não há razoabilidade em se manter redes sociais, big techs, internet como terra de ninguém. O que vale para o mundo real deve valer para o mundo digital”.

*Com informações de G1

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Pesquisa mostra disputa aberta para deputado estadual no AM

Levantamento aponta 82% de eleitores indecisos e percentuais reduzidos entre os pré-candidatos mais lembrados à Assembleia Legislativa. A primeira pesquisa espontânea para deputado estadual divulgada...

Direto ao Ponto Pesquisas: 86% não sabem em quem votar para deputado federal

A disputa pelas cadeiras na Câmara dos Deputados começou a ganhar os primeiros contornos, mas o tabuleiro político está aberto. Um novo levantamento do...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Em meio à crise no PL, Maria do Carmo declara apoio a Michelle Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Maria do Carmo Seffair, manifestou apoio público à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em meio à crise interna...

Nível de rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é quase igual, aponta PoderData

A mais recente pesquisa PoderData, divulgada nesta quinta-feira (25), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

CMM aprova LDO de 2027 com previsão de déficit

Texto mantém quase integralmente a proposta do Executivo, rejeita 62 emendas parlamentares e prevê resultado primário negativo de R$ 526 milhões para o próximo...

Sinais indicam possível candidatura de Roberto Cidade

O governador Roberto Cidade (União Brasil) sinalizou que só deve tratar de sua candidatura à reeleição após o Festival Folclórico de Parintins, mais especificamente...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Pesquisa mostra disputa aberta para deputado estadual no AM

Levantamento aponta 82% de eleitores indecisos e percentuais reduzidos entre os pré-candidatos mais lembrados à Assembleia Legislativa. A primeira pesquisa espontânea para deputado estadual divulgada...

Direto ao Ponto Pesquisas: 86% não sabem em quem votar para deputado federal

A disputa pelas cadeiras na Câmara dos Deputados começou a ganhar os primeiros contornos, mas o tabuleiro político está aberto. Um novo levantamento do...

Em meio à crise no PL, Maria do Carmo declara apoio a Michelle Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Maria do Carmo Seffair, manifestou apoio público à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em meio à crise interna...

Nível de rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é quase igual, aponta PoderData

A mais recente pesquisa PoderData, divulgada nesta quinta-feira (25), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro...

CMM aprova LDO de 2027 com previsão de déficit

Texto mantém quase integralmente a proposta do Executivo, rejeita 62 emendas parlamentares e prevê resultado primário negativo de R$ 526 milhões para o próximo...

Sinais indicam possível candidatura de Roberto Cidade

O governador Roberto Cidade (União Brasil) sinalizou que só deve tratar de sua candidatura à reeleição após o Festival Folclórico de Parintins, mais especificamente...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]