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Desde que assumiu a ‘CPI dos Empréstimos’, Rosses articula plano B caso não atinja quórum

A proposta chegou a contar com 11 assinaturas, mas recuou para 10 após a retirada de apoio do vereador Saimon Bessa devido a polêmicas na CMM

Desde que assumiu a responsabilidade pela coleta de assinaturas para viabilizar a ‘CPI dos Empréstimos’, o vereador Coronel Rosses (PL) já trabalha com um plano alternativo nos bastidores, caso a proposta não consiga atingir as 14 assinaturas necessárias para ser instalada na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

“Temos um colega que já confirmou que, se conseguirmos essas três a mais, ele será o 14º apoio. Caso não aconteça, teremos um plano B que será, em breve, anunciado”, afirmou o parlamentar à Rede Onda Digital.

A CPI foi idealizada inicialmente pelo vereador Rodrigo Guedes (Progressistas), que deixou a articulação após os embates entre Aldenor de Lima (União Brasil) e Eduardo Alfaia (Avante). Desde então, Rosses assumiu a linha de frente da mobilização.

“A partir do momento que assumi essa responsabilidade, vários vereadores me ligaram para demonstrar solidariedade e apoio a esse nosso pleito. Ainda não desistimos. Mas, tudo o que combinei com os vereadores, estou mantendo sigilo e sem palanque midiático porque a gente quer uma oportunidade de esclarecimento e explicação. É isso que a gente quer”, reforçou Rosses.


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Saimon Bessa recua e CPI volta a ter 10 assinaturas

A proposta da ‘CPI dos Empréstimos’ chegou a contar com 11 assinaturas, mas recuou para 10 após a retirada de apoio do vereador Saimon Bessa (União Brasil). Ele justificou a decisão com base nas polêmicas recentes envolvendo os debates na CMM.

O parlamentar justificou a ação dizendo que “quando uma CPI se transforma em espetáculo, o Legislativo perde sua essência.

Por respeito ao mandato que exerço e, principalmente, à população manauara, decido retirar minha assinatura da presente CPI. Sigo firme na minha missão de fiscalizar com responsabilidade, propor soluções concretas e contribuir para um debate político maduro, técnico e voltado ao interesse coletivo“, frisou o parlamentar em seu pronunciamento.

Atualmente, seguem com a assinatura os vereadores Rodrigo Guedes (Progressistas), Rodrigo de Sá (Progressistas), Capitão Carpê (PL), Coronel Rosses (PL), Sargento Salazar (PL), Raiff Matos (PL), Zé Ricardo (PT), Diego Afonso (União Brasil), Thaysa Lippy (PRD) e Ivo Neto (PMB).

O que seria o ‘plano B’?

O vereador Coronel Rosses mencionou a existência de uma estratégia alternativa caso a ‘CPI dos Empréstimos’ não alcance as 14 assinaturas exigidas. O núcleo de política da Rede Onda Digital procurou a equipe de Rosses para entender o conteúdo desse ‘plano B’.

Em resposta, a assessoria do parlamentar informou que isso está sendo ‘verificado’ e que, logo, saberíamos.

Nos bastidores, a expectativa é que a ação envolva um novo formato de cobrança ou possível reconfiguração do texto original da CPI.

Percurso da CPI dos Empréstimos

A proposta de instalação da ‘CPI dos Empréstimos’ foi apresentada pelo vereador Rodrigo Guedes com o objetivo de investigar contratações de créditos e financiamentos realizados pela Prefeitura de Manaus.

A iniciativa ganhou apoio inicial após discursos que questionaram a transparência dos contratos e a aplicação dos recursos.

O documento chegou a reunir 11 assinaturas e estava a três do número mínimo exigido. No entanto, com a desistência de Saimon Bessa, a proposta agora conta com 10 adesões. Para avançar, são necessárias 14 assinaturas. O vereador Rosses assumiu a articulação e tenta reverter o cenário.

Caso a ‘CPI dos Empréstimos’ não consiga atingir o quórum, a comissão pode ser arquivada na Câmara Municipal de Manaus (CMM) ou reformulada em nova proposta.

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Desde que assumiu a responsabilidade pela coleta de assinaturas para viabilizar a ‘CPI dos Empréstimos’, o vereador Coronel Rosses (PL) já trabalha com um plano alternativo nos bastidores, caso a proposta não consiga atingir as 14 assinaturas necessárias para ser instalada na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

“Temos um colega que já confirmou que, se conseguirmos essas três a mais, ele será o 14º apoio. Caso não aconteça, teremos um plano B que será, em breve, anunciado”, afirmou o parlamentar à Rede Onda Digital.

A CPI foi idealizada inicialmente pelo vereador Rodrigo Guedes (Progressistas), que deixou a articulação após os embates entre Aldenor de Lima (União Brasil) e Eduardo Alfaia (Avante). Desde então, Rosses assumiu a linha de frente da mobilização.

“A partir do momento que assumi essa responsabilidade, vários vereadores me ligaram para demonstrar solidariedade e apoio a esse nosso pleito. Ainda não desistimos. Mas, tudo o que combinei com os vereadores, estou mantendo sigilo e sem palanque midiático porque a gente quer uma oportunidade de esclarecimento e explicação. É isso que a gente quer”, reforçou Rosses.


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O parlamentar justificou a ação dizendo que “quando uma CPI se transforma em espetáculo, o Legislativo perde sua essência.

Por respeito ao mandato que exerço e, principalmente, à população manauara, decido retirar minha assinatura da presente CPI. Sigo firme na minha missão de fiscalizar com responsabilidade, propor soluções concretas e contribuir para um debate político maduro, técnico e voltado ao interesse coletivo“, frisou o parlamentar em seu pronunciamento.

Atualmente, seguem com a assinatura os vereadores Rodrigo Guedes (Progressistas), Rodrigo de Sá (Progressistas), Capitão Carpê (PL), Coronel Rosses (PL), Sargento Salazar (PL), Raiff Matos (PL), Zé Ricardo (PT), Diego Afonso (União Brasil), Thaysa Lippy (PRD) e Ivo Neto (PMB).

O que seria o ‘plano B’?

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