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Eduardo Bolsonaro articula replicar sanções contra Alexandre de Moraes em países europeus

O deputado licenciado e o jornalista estariam se colocando como interlocutores da Casa Branca para replicar as mesmas sanções em países europeus

Após a aplicação da Lei Magnitsky aplicada contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo planejam articular sanções contra Moraes na Europa. A mobilização deve ocorrer após conclusão das sanções já aplicadas pelos Estados Unidos.

Segundo informações, o deputado licenciado e o jornalista estariam se colocando como interlocutores da Casa Branca para replicar as mesmas sanções em países como Portugal, Itália, Holanda, Hungria, Polônia, Alemanha e o Parlamento europeu. Ambos já teriam conversado com as autoridades políticas desses país.


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O governo americano aplicou contra Moraes a Lei Magnitsky, que impôs uma série de sanções econômicas contra o ministro do STF nesta quarta-feira (30/7). Essas medidas costumam ser aplicadas pelo país para acusados de crimes de corrupção ou graves violações dos direitos humanos. Entre as sanções estão bloqueios de contas bancárias e de bens em território americano.

Apesar da gravidade dos atos, Alexandre de Moraes não tem contas bancárias, investimentos financeiros nem mesmo bens nos Estados Unidos. O ministro tem minimizado, em conversas com interlocutores nas últimas semanas, a mobilização que vem sendo realizada nos Estados Unidos por sanções contra ele.

*Com informações da CNN Brasil.

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Após a aplicação da Lei Magnitsky aplicada contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o deputado Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo planejam articular sanções contra Moraes na Europa. A mobilização deve ocorrer após conclusão das sanções já aplicadas pelos Estados Unidos.

Segundo informações, o deputado licenciado e o jornalista estariam se colocando como interlocutores da Casa Branca para replicar as mesmas sanções em países como Portugal, Itália, Holanda, Hungria, Polônia, Alemanha e o Parlamento europeu. Ambos já teriam conversado com as autoridades políticas desses país.


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