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G20 marca as primeiras reuniões sob a presidência do Brasil

O G20, grupo das maiores economias do mundo, marcou, para os dias 11 a 15 de dezembro, as primeiras reuniões presenciais do grupo sob a presidência brasileira. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), os encontros serão realizados em Brasília.

A pasta informou que nos dias 11 e 12 de dezembro haverá reunião de Sherpas do G20. No dia seguinte, 13 de dezembro, ocorre a reunião conjunta de Sherpas, Vice-Ministros das Finanças e Vice-Presidentes de Bancos Centrais do G20. Os encontros finais desta etapa, a serem realizados nos dias 14 e 15 de dezembro também serão para encontro dos vice-presidentes de Bancos Centrais do G20.

O Brasil assumiu a presidência do bloco no dia 1º de dezembro. Com isso, teve direito de convidar oito países não membros para participarem durante sua gestão. O Palácio do Planalto decidiu convidar Angola, Egito, Nigéria, Espanha, Portugal, Noruega, Emirados Árabes Unidos e Singapura.


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A gestão à frente do G20 faz parte da estratégia do governo Lula para ampliar a política externa. Uma das primeiras ações foi estreitar relações com países da África, convidando três nações do continente para participar do G20 temporariamente.

O governo federal afirmou que sua gestão pretende “organizar um G20 inclusivo, com participação da sociedade civil e a realização de G20 Social, ancorado na construção de consensos e voltado para a obtenção de resultados concretos e soluções que beneficiem todos os povos”.

Reuniões temáticas

Serão 13 cidades-sede que irão receber as reuniões dos grupos de trabalho do G20: Brasília (DF), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Foz de Iguaçu (PR), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Salvador (BA), São Luís (MA) e Teresina (PI). A informação foi divulgada no último dia 5 de dezembro, pelo Itamaraty.

A descentralização das atividades é uma inovação desta edição, transformando o G20 em um fórum mais acessível e representativo. A realização das reuniões nas cidades-sede espalhadas pelas cinco regiões é uma estratégia para fomentar o turismo e o intercâmbio cultural e fortalecer relações bilaterais entre as cidades e as nações participantes.

O secretário de Relações Internacionais do Governo do Distrito Federal e coordenador do G20 Brasília, Paco Britto, diz que as redes de hotéis da cidade contam com mais de 500 vagas disponíveis para receber os visitantes. “Historicamente o período do início do ano é considerado de baixa temporada no Distrito Federal, mas com os eventos do G20 a cidade estará movimentada”, salienta.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Serafim Corrêa, diz que a cidade de Manaus tem uma tradição de sediar eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas, em 2016. Ele avalia que a escolha da cidade para receber reuniões do G20 mostra a relevância da Amazônia para o mundo, e que isso tem efeito imediato no número considerável de pessoas que estarão em Manaus.

“As economias mais importantes do mundo estarão em Manaus e terão a oportunidade de conhecer o nosso modelo econômico. Também vão trazer os olhos do mundo para ver a Amazônia de outra maneira. A outra oportunidade que nos parece bem relevante é a discussão de assuntos que interessam a Amazônia nessas oportunidades que teremos”, observa.

 

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O G20, grupo das maiores economias do mundo, marcou, para os dias 11 a 15 de dezembro, as primeiras reuniões presenciais do grupo sob a presidência brasileira. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), os encontros serão realizados em Brasília.

A pasta informou que nos dias 11 e 12 de dezembro haverá reunião de Sherpas do G20. No dia seguinte, 13 de dezembro, ocorre a reunião conjunta de Sherpas, Vice-Ministros das Finanças e Vice-Presidentes de Bancos Centrais do G20. Os encontros finais desta etapa, a serem realizados nos dias 14 e 15 de dezembro também serão para encontro dos vice-presidentes de Bancos Centrais do G20.

O Brasil assumiu a presidência do bloco no dia 1º de dezembro. Com isso, teve direito de convidar oito países não membros para participarem durante sua gestão. O Palácio do Planalto decidiu convidar Angola, Egito, Nigéria, Espanha, Portugal, Noruega, Emirados Árabes Unidos e Singapura.


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