Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Governadores da direita pedem a Hugo Motta que adie a votação da PL da antifacção

Governadores de vários estados pediram ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que adie a votação de projetos ligados à segurança pública, incluindo o projeto antifacção proposto pelo governo e relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP).

O pedido foi feito nesta quarta-feira (12/11), durante uma reunião de Motta com os governadores que integram o chamado “consórcio da paz”, formado por líderes estaduais de direita. Eles querem mais tempo para discutir o tema com o Senado Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) antes que as propostas sejam votadas.

A votação do projeto antifacção estava prevista para acontecer ainda nesta quarta. O relator apresentou uma nova versão do texto para atender solicitações do governo federal e da Polícia Federal (PF). Questionado se atenderia ao pedido dos governadores, Motta respondeu que a decisão ainda não foi tomada: “Nada decidido ainda”, afirmou.

Participaram da reunião os governadores Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Jorginho Mello (PL-SC), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP).

Castro afirmou que o tema precisa ser debatido com os estados, já que são eles que lidam diretamente com a segurança pública. “Não adianta fazer um projeto sem ouvir os estados, sem saber se aquilo que está sendo votado vai ajudar os estados”, disse.


Leia mais

Papudinha passa por reformas e pode ser destino do ex-presidente Bolsonaro, diz coluna do Metrópoles

Brasil e EUA retomam negociações sobre tarifaço durante encontro do G7


O governador ressaltou que o objetivo é garantir que o texto aprovado não trave no Senado nem seja considerado inconstitucional pelo STF. “Não nos interessa em nada aprovar uma legislação que fique parada no Senado ou que seja considerada inconstitucional pelo STF”, completou.

Segundo Castro, Motta prometeu levar o pedido ao colégio de líderes da Câmara antes de decidir sobre o adiamento. O governador Ronaldo Caiado também defendeu que o tema seja tratado em conjunto pelos Três Poderes.

“Precisamos que esse assunto seja abordado com o Supremo, seja abordado com o Senado, com o Executivo e com os governadores. Na verdade, nós é que estamos à frente do problema”, afirmou.

Na terça-feira (11/11), Derrite apresentou uma nova versão do pacote de combate ao crime organizado. O texto atual endurece penas, cria novos tipos penais para facções e amplia os instrumentos de investigação, mas mantém intactas a Lei Antiterrorismo e as atribuições da Polícia Federal.

Versões anteriores do projeto causaram polêmica ao sugerirem que facções criminosas fossem equiparadas a grupos terroristas, o que, segundo o governo, poderia gerar riscos jurídicos e interferência externa. Também havia trechos que poderiam reduzir a autonomia da PF, o que foi retirado da proposta final.

O projeto tramita em regime de urgência constitucional e está pronto para ser votado no plenário da Câmara. Caso aprovado, seguirá para análise do Senado.

*Com informações do G1

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Governadores de vários estados pediram ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que adie a votação de projetos ligados à segurança pública, incluindo o projeto antifacção proposto pelo governo e relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP).

O pedido foi feito nesta quarta-feira (12/11), durante uma reunião de Motta com os governadores que integram o chamado “consórcio da paz”, formado por líderes estaduais de direita. Eles querem mais tempo para discutir o tema com o Senado Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) antes que as propostas sejam votadas.

A votação do projeto antifacção estava prevista para acontecer ainda nesta quarta. O relator apresentou uma nova versão do texto para atender solicitações do governo federal e da Polícia Federal (PF). Questionado se atenderia ao pedido dos governadores, Motta respondeu que a decisão ainda não foi tomada: “Nada decidido ainda”, afirmou.

Participaram da reunião os governadores Cláudio Castro (PL-RJ), Romeu Zema (Novo-MG), Jorginho Mello (PL-SC), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP).

Castro afirmou que o tema precisa ser debatido com os estados, já que são eles que lidam diretamente com a segurança pública. “Não adianta fazer um projeto sem ouvir os estados, sem saber se aquilo que está sendo votado vai ajudar os estados”, disse.


Leia mais

Papudinha passa por reformas e pode ser destino do ex-presidente Bolsonaro, diz coluna do Metrópoles

Brasil e EUA retomam negociações sobre tarifaço durante encontro do G7


O governador ressaltou que o objetivo é garantir que o texto aprovado não trave no Senado nem seja considerado inconstitucional pelo STF. “Não nos interessa em nada aprovar uma legislação que fique parada no Senado ou que seja considerada inconstitucional pelo STF”, completou.

Segundo Castro, Motta prometeu levar o pedido ao colégio de líderes da Câmara antes de decidir sobre o adiamento. O governador Ronaldo Caiado também defendeu que o tema seja tratado em conjunto pelos Três Poderes.

“Precisamos que esse assunto seja abordado com o Supremo, seja abordado com o Senado, com o Executivo e com os governadores. Na verdade, nós é que estamos à frente do problema”, afirmou.

Na terça-feira (11/11), Derrite apresentou uma nova versão do pacote de combate ao crime organizado. O texto atual endurece penas, cria novos tipos penais para facções e amplia os instrumentos de investigação, mas mantém intactas a Lei Antiterrorismo e as atribuições da Polícia Federal.

Versões anteriores do projeto causaram polêmica ao sugerirem que facções criminosas fossem equiparadas a grupos terroristas, o que, segundo o governo, poderia gerar riscos jurídicos e interferência externa. Também havia trechos que poderiam reduzir a autonomia da PF, o que foi retirado da proposta final.

O projeto tramita em regime de urgência constitucional e está pronto para ser votado no plenário da Câmara. Caso aprovado, seguirá para análise do Senado.

*Com informações do G1

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Tadeu de Souza destaca força política do União Progressista na corrida eleitoral de 2026

O ex-vice-governador do Amazonas e pré-candidato Tadeu de Souza afirmou nesta sexta-feira (26) que a federação União Progressista deve ocupar papel central na disputa...

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

Marcellus Campêlo diz que União Progressistas terá protagonismo nas eleições de 2026

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Tadeu de Souza destaca força política do União Progressista na corrida eleitoral de 2026

O ex-vice-governador do Amazonas e pré-candidato Tadeu de Souza afirmou nesta sexta-feira (26) que a federação União Progressista deve ocupar papel central na disputa...

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

Marcellus Campêlo diz que União Progressistas terá protagonismo nas eleições de 2026

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]