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Câmara dos Deputados aprova licença menstrual de até dois dias por mês para trabalhadoras

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28/10) o projeto de lei que estabelece licença de até dois dias consecutivos por mês para mulheres que enfrentam sintomas intensos relacionados ao ciclo menstrual. A proposta segue agora para avaliação do Senado.

Como funciona?

Para ter direito à licença remunerada, a trabalhadora precisará apresentar laudo médico que comprove condições debilitantes que impeçam temporariamente o exercício das atividades. A medida vale para mulheres com carteira assinada, estagiárias e empregadas domésticas.

Mudanças no texto original

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP), do Projeto de Lei 1249/22, de autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

 

A relatora unificou a proposta original com projetos apensados e sugestões das comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Administração e Serviço Público.

“Este substitutivo traz uma contribuição importante à legislação trabalhista brasileira, historicamente construída sob uma lógica masculina que pouco incorporou as especificidades das mulheres”, afirmou Professora Marcivania. Segundo ela, a proposta representa um instrumento de equidade e prevenção em saúde ocupacional.


Saiba mais: 

Vereador propõe ensino de direitos trabalhistas nas escolas de Manaus

Vereador propõe Bolsa Ribeirinho para incentivar estudo de jovens em Manaus


Licença menor que a sugerida inicialmente

No projeto original, a deputada Jandira Feghali havia proposto licença de até três dias.

“Cerca de 15% das mulheres enfrentam sintomas graves, com dores intensas na região abdominal e cólicas que prejudicam a rotina diária”, explicou a parlamentar.

Alterações na legislação

O projeto modifica:

Validade do laudo médico

O substitutivo determina que caberá ao Poder Executivo definir o prazo de validade do laudo, a forma de apresentação e a periodicidade de renovação, considerando as peculiaridades das atividades exercidas por cada mulher.

 

*Com informações de Agência Câmara de Notícias.

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28/10) o projeto de lei que estabelece licença de até dois dias consecutivos por mês para mulheres que enfrentam sintomas intensos relacionados ao ciclo menstrual. A proposta segue agora para avaliação do Senado.

Como funciona?

Para ter direito à licença remunerada, a trabalhadora precisará apresentar laudo médico que comprove condições debilitantes que impeçam temporariamente o exercício das atividades. A medida vale para mulheres com carteira assinada, estagiárias e empregadas domésticas.

Mudanças no texto original

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP), do Projeto de Lei 1249/22, de autoria da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

 

A relatora unificou a proposta original com projetos apensados e sugestões das comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Administração e Serviço Público.

“Este substitutivo traz uma contribuição importante à legislação trabalhista brasileira, historicamente construída sob uma lógica masculina que pouco incorporou as especificidades das mulheres”, afirmou Professora Marcivania. Segundo ela, a proposta representa um instrumento de equidade e prevenção em saúde ocupacional.


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*Com informações de Agência Câmara de Notícias.

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