Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

MP pede que Bolsonaro fique inelegível de novo, por uso eleitoral do 7 de setembro

Representação encaminhada ao TSE afirma que Bolsonaro fez uso político do 7 de setembro no ano passado; ex-presidente já está inelegível.

No domingo, 15, a Procuradoria-Geral Eleitoral defendeu junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fique inelegível de novo por promover a candidatura durante a celebração oficial do Bicentenário da Independência, em 7 de setembro do ano passado.

De acordo com o Ministério Público, Bolsonaro cometeu abuso de poder político e conduta vedada a agente público em campanha eleitoral, em três processos sobre os atos de 7 de setembro de 2022, em Brasília e no Rio.


Leia mais:

Toffoli rejeita recurso de Bolsonaro contra multa de R$ 20 mil aplicada por TSE

Em programa de TV, ‘ex-assessor’ de Renan Bolsonaro revela ameaças após repercussão de suposto romance


Em junho deste ano, o TSE decidiu, por 5 votos a 2, pela inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas de vários países, em 2022.

Nos processos sobre o 7 de setembro, Bolsonaro e o general Walter Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa, são acusados de abusos de poder político e econômico, por usarem cerimônia oficial para fazer campanha eleitoral, e por se favorecerem de verbas públicas, pessoal e material da União nos eventos, conduta que é vedada a agentes públicos.

Na representação encaminhada ao TSE, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, afirma no texto que Bolsonaro poderia, “sem dúvida”, estar nas festividades. Mas não poderia transformar os atos em campanha eleitoral, “com exploração de investimentos de recursos do erário, de pessoal e de bens públicos”.

Gonet Branco apontou que, na manhã de 7 de setembro do ano passado, no Palácio do Planalto, Bolsonaro concedeu uma entrevista convocando a população para o ato. Em seguida, o então presidente passou a “exaltar” a gestão, a economia do País e outros temas considerados eleitorais.

O ex-presidente também está sendo julgado no TSE em três ações questionam transmissões ao vivo e entrevistas concedidas por ele no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada durante a campanha de 2022. O julgamento começou no último dia 10.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

No domingo, 15, a Procuradoria-Geral Eleitoral defendeu junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fique inelegível de novo por promover a candidatura durante a celebração oficial do Bicentenário da Independência, em 7 de setembro do ano passado.

De acordo com o Ministério Público, Bolsonaro cometeu abuso de poder político e conduta vedada a agente público em campanha eleitoral, em três processos sobre os atos de 7 de setembro de 2022, em Brasília e no Rio.


Leia mais:

Toffoli rejeita recurso de Bolsonaro contra multa de R$ 20 mil aplicada por TSE

Em programa de TV, ‘ex-assessor’ de Renan Bolsonaro revela ameaças após repercussão de suposto romance


Em junho deste ano, o TSE decidiu, por 5 votos a 2, pela inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em razão da reunião em que atacou as urnas eletrônicas diante de diplomatas de vários países, em 2022.

Nos processos sobre o 7 de setembro, Bolsonaro e o general Walter Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa, são acusados de abusos de poder político e econômico, por usarem cerimônia oficial para fazer campanha eleitoral, e por se favorecerem de verbas públicas, pessoal e material da União nos eventos, conduta que é vedada a agentes públicos.

Na representação encaminhada ao TSE, o vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, afirma no texto que Bolsonaro poderia, “sem dúvida”, estar nas festividades. Mas não poderia transformar os atos em campanha eleitoral, “com exploração de investimentos de recursos do erário, de pessoal e de bens públicos”.

Gonet Branco apontou que, na manhã de 7 de setembro do ano passado, no Palácio do Planalto, Bolsonaro concedeu uma entrevista convocando a população para o ato. Em seguida, o então presidente passou a “exaltar” a gestão, a economia do País e outros temas considerados eleitorais.

O ex-presidente também está sendo julgado no TSE em três ações questionam transmissões ao vivo e entrevistas concedidas por ele no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada durante a campanha de 2022. O julgamento começou no último dia 10.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Pesquisa mostra disputa aberta para deputado estadual no AM

Levantamento aponta 82% de eleitores indecisos e percentuais reduzidos entre os pré-candidatos mais lembrados à Assembleia Legislativa. A primeira pesquisa espontânea para deputado estadual divulgada...

Direto ao Ponto Pesquisas: 86% não sabem em quem votar para deputado federal

A disputa pelas cadeiras na Câmara dos Deputados começou a ganhar os primeiros contornos, mas o tabuleiro político está aberto. Um novo levantamento do...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Em meio à crise no PL, Maria do Carmo declara apoio a Michelle Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Maria do Carmo Seffair, manifestou apoio público à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em meio à crise interna...

Nível de rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é quase igual, aponta PoderData

A mais recente pesquisa PoderData, divulgada nesta quinta-feira (25), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

CMM aprova LDO de 2027 com previsão de déficit

Texto mantém quase integralmente a proposta do Executivo, rejeita 62 emendas parlamentares e prevê resultado primário negativo de R$ 526 milhões para o próximo...

Sinais indicam possível candidatura de Roberto Cidade

O governador Roberto Cidade (União Brasil) sinalizou que só deve tratar de sua candidatura à reeleição após o Festival Folclórico de Parintins, mais especificamente...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Pesquisa mostra disputa aberta para deputado estadual no AM

Levantamento aponta 82% de eleitores indecisos e percentuais reduzidos entre os pré-candidatos mais lembrados à Assembleia Legislativa. A primeira pesquisa espontânea para deputado estadual divulgada...

Direto ao Ponto Pesquisas: 86% não sabem em quem votar para deputado federal

A disputa pelas cadeiras na Câmara dos Deputados começou a ganhar os primeiros contornos, mas o tabuleiro político está aberto. Um novo levantamento do...

Em meio à crise no PL, Maria do Carmo declara apoio a Michelle Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo PL, Maria do Carmo Seffair, manifestou apoio público à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em meio à crise interna...

Nível de rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro é quase igual, aponta PoderData

A mais recente pesquisa PoderData, divulgada nesta quinta-feira (25), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro...

CMM aprova LDO de 2027 com previsão de déficit

Texto mantém quase integralmente a proposta do Executivo, rejeita 62 emendas parlamentares e prevê resultado primário negativo de R$ 526 milhões para o próximo...

Sinais indicam possível candidatura de Roberto Cidade

O governador Roberto Cidade (União Brasil) sinalizou que só deve tratar de sua candidatura à reeleição após o Festival Folclórico de Parintins, mais especificamente...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]