Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Projeto quer garantir moradia digna e saneamento em comunidades de áreas protegidas da Amazônia

O Projeto de Lei 7233/25 propõe novas regras para os planos de manejo das Unidades de Conservação de Uso Sustentável localizadas na Amazônia Legal que possuam populações tradicionais residentes. A proposta determina que esses documentos passem a incluir obrigatoriamente o Plano de Diagnóstico e Adequação Socioterritorial (PDAS).

A proposta altera a legislação que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e foi apresentada pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania).

O objetivo é mapear as condições de moradia e de infraestrutura básica das comunidades que vivem dentro dessas áreas protegidas. O diagnóstico deverá avaliar o acesso a serviços essenciais, como abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e fornecimento de energia.

Além de identificar a situação atual, o plano também deverá estabelecer metas e cronogramas para garantir condições de moradia digna às populações residentes.


Saiba mais: 

Manaus tem um dos menores preços da cesta básica entre capitais do país, diz estudo

Lei no Amazonas garante acesso a plano de saúde mesmo para quem está com nome sujo


De acordo com o texto, a elaboração do PDAS deverá ocorrer em conjunto com as comunidades que vivem nas Unidades de Conservação. O documento também passará a ser requisito obrigatório para que a gestão dessas áreas tenha acesso a recursos federais.

Segundo o parlamentar, estudos indicam que muitas áreas protegidas da Amazônia Legal apresentam algumas das piores condições de moradia e saneamento básico do país.

O deputado afirma que a política de conservação ambiental precisa caminhar junto com a garantia de direitos sociais para as populações que vivem nesses territórios e ajudam a preservá-los. Ele destaca que mais de 75% dos moradores dessas regiões, incluindo populações tradicionais e indígenas, enfrentam dificuldades no acesso à água potável, ao saneamento básico e ao manejo adequado de resíduos sólidos.

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais, e de Constituição e Justiça e de Cidadania na Câmara dos Deputados.

Para se tornar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Projeto de Lei 7233/25 propõe novas regras para os planos de manejo das Unidades de Conservação de Uso Sustentável localizadas na Amazônia Legal que possuam populações tradicionais residentes. A proposta determina que esses documentos passem a incluir obrigatoriamente o Plano de Diagnóstico e Adequação Socioterritorial (PDAS).

A proposta altera a legislação que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e foi apresentada pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania).

O objetivo é mapear as condições de moradia e de infraestrutura básica das comunidades que vivem dentro dessas áreas protegidas. O diagnóstico deverá avaliar o acesso a serviços essenciais, como abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e fornecimento de energia.

Além de identificar a situação atual, o plano também deverá estabelecer metas e cronogramas para garantir condições de moradia digna às populações residentes.


Saiba mais: 

Manaus tem um dos menores preços da cesta básica entre capitais do país, diz estudo

Lei no Amazonas garante acesso a plano de saúde mesmo para quem está com nome sujo


De acordo com o texto, a elaboração do PDAS deverá ocorrer em conjunto com as comunidades que vivem nas Unidades de Conservação. O documento também passará a ser requisito obrigatório para que a gestão dessas áreas tenha acesso a recursos federais.

Segundo o parlamentar, estudos indicam que muitas áreas protegidas da Amazônia Legal apresentam algumas das piores condições de moradia e saneamento básico do país.

O deputado afirma que a política de conservação ambiental precisa caminhar junto com a garantia de direitos sociais para as populações que vivem nesses territórios e ajudam a preservá-los. Ele destaca que mais de 75% dos moradores dessas regiões, incluindo populações tradicionais e indígenas, enfrentam dificuldades no acesso à água potável, ao saneamento básico e ao manejo adequado de resíduos sólidos.

O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais, e de Constituição e Justiça e de Cidadania na Câmara dos Deputados.

Para se tornar lei, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

MP junto ao TCU pede suspensão do reajuste do Bolsa Família

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) pediu a suspensão cautelar do decreto que reajustou o valor mínimo do Bolsa...

Adail Pinheiro tem pedido de cassação protocolado na Câmara de Coari

O advogado Raione Cabral Queiroz protocolou o pedido, no qual solicita que o Legislativo municipal abra processo por possíveis infrações político-administrativas cometidas pelo prefeito,...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Nova defesa de Zambelli tenta reverter condenações e barrar extradição

A ex-deputada federal Carla Zambelli contratou o advogado brasileiro Eduardo Maurício para reforçar a defesa contra duas condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF)...

Irmã de Adail Pinheiro assume Prefeitura de Coari de forma interina

A vereadora Jeany de Paula Amaral Pinheiro, irmã do prefeito de Coari, Manoel Adail Amaral Pinheiro, assumiu interinamente a Prefeitura do município nesta quinta-feira...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Projeto quer medir tempo de espera dos ônibus em Manaus

Projeto quer medir tempo de espera dos ônibus em Manaus Proposta do vereador Rodrigo Sá (PP) prevê medir e divulgar o tempo de espera dos...

Gilmar se reuniu com Vorcaro antes de julgamento, mas votou contra banqueiro

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou, em 11 de abril de 2024, de uma reunião com Daniel Vorcaro, ex-dono do...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

MP junto ao TCU pede suspensão do reajuste do Bolsa Família

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) pediu a suspensão cautelar do decreto que reajustou o valor mínimo do Bolsa...

Adail Pinheiro tem pedido de cassação protocolado na Câmara de Coari

O advogado Raione Cabral Queiroz protocolou o pedido, no qual solicita que o Legislativo municipal abra processo por possíveis infrações político-administrativas cometidas pelo prefeito,...

Nova defesa de Zambelli tenta reverter condenações e barrar extradição

A ex-deputada federal Carla Zambelli contratou o advogado brasileiro Eduardo Maurício para reforçar a defesa contra duas condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF)...

Irmã de Adail Pinheiro assume Prefeitura de Coari de forma interina

A vereadora Jeany de Paula Amaral Pinheiro, irmã do prefeito de Coari, Manoel Adail Amaral Pinheiro, assumiu interinamente a Prefeitura do município nesta quinta-feira...

Projeto quer medir tempo de espera dos ônibus em Manaus

Projeto quer medir tempo de espera dos ônibus em Manaus Proposta do vereador Rodrigo Sá (PP) prevê medir e divulgar o tempo de espera dos...

Gilmar se reuniu com Vorcaro antes de julgamento, mas votou contra banqueiro

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou, em 11 de abril de 2024, de uma reunião com Daniel Vorcaro, ex-dono do...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]