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União Brasil fica neutro e libera apoios estaduais na eleição presidencial

O União Brasil decidiu, nesta terça-feira (4/8), manter-se neutro na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026. A resolução foi aprovada durante convenção nacional realizada em formato híbrido e confirmou o posicionamento político anunciado pela Federação União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP), em 22 de julho.

Com a decisão, os diretórios estaduais e os filiados poderão apoiar os candidatos à Presidência que considerarem mais alinhados às articulações regionais. Na prática, a medida representa uma dificuldade para o PL, que buscava ampliar a aliança nacional em torno da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto.

Em São Paulo, por exemplo, a direção estadual da União Progressista declarou apoio a Flávio Bolsonaro durante evento realizado em 20 de julho, na capital paulista. A adesão regional permanece válida, apesar da neutralidade adotada nacionalmente.

O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, participou da convenção por videoconferência e defendeu a posição aprovada pela legenda.

“Tenho consciência do peso político que a Federação União Progressista tem nacionalmente e que temos nomes extremamente preparados para todos os cargos. A posição que estamos adotando reflete a nossa maturidade política”, afirmou.


Leia mais:

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Neutralidade amplia isolamento de Flávio Bolsonaro

A decisão dificulta a articulação política de Flávio Bolsonaro, que tenta atrair partidos do Centrão para sua candidatura. Sem uma aliança nacional com a Federação União Progressista e com o Republicanos, o senador fica mais dependente de acordos estaduais e do apoio de lideranças regionais.

A União Progressista já havia anunciado, em 22 de julho, a intenção de permanecer neutra na eleição presidencial, após discussões internas entre dirigentes do PP e do União Brasil. A convenção desta terça-feira oficializou a posição do União Brasil, mas a formalização definitiva da decisão no âmbito da federação ainda depende dos procedimentos internos da União Progressista.

No dia 21 de julho, dirigentes do PP reuniram-se em Brasília com o presidente nacional da legenda, senador Ciro Nogueira (PP-PI), para discutir o posicionamento eleitoral. A maioria defendeu a neutralidade como forma de preservar alianças estaduais diferentes.

O Republicanos também decidiu não integrar formalmente nenhuma candidatura presidencial. Apesar da neutralidade nacional, a legenda apoia Flávio Bolsonaro em São Paulo, onde o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) é um dos principais aliados do senador.

Leia a íntegra da nota:

“O União Brasil decidiu, em Convenção Nacional realizada na tarde desta terça-feira (4), adotar neutralidade na disputa eleitoral para Presidente da República nas eleições de 2026.

Sendo assim, a Federação União Progressista, da qual o União Brasil faz parte, libera seus candidatos e candidatas para apoiarem, em seus Estados, os presidenciáveis que melhor se ajustem às articulações regionais e locais.”

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O União Brasil decidiu, nesta terça-feira (4/8), manter-se neutro na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026. A resolução foi aprovada durante convenção nacional realizada em formato híbrido e confirmou o posicionamento político anunciado pela Federação União Progressista, formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP), em 22 de julho.

Com a decisão, os diretórios estaduais e os filiados poderão apoiar os candidatos à Presidência que considerarem mais alinhados às articulações regionais. Na prática, a medida representa uma dificuldade para o PL, que buscava ampliar a aliança nacional em torno da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto.

Em São Paulo, por exemplo, a direção estadual da União Progressista declarou apoio a Flávio Bolsonaro durante evento realizado em 20 de julho, na capital paulista. A adesão regional permanece válida, apesar da neutralidade adotada nacionalmente.

O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, participou da convenção por videoconferência e defendeu a posição aprovada pela legenda.

“Tenho consciência do peso político que a Federação União Progressista tem nacionalmente e que temos nomes extremamente preparados para todos os cargos. A posição que estamos adotando reflete a nossa maturidade política”, afirmou.


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A União Progressista já havia anunciado, em 22 de julho, a intenção de permanecer neutra na eleição presidencial, após discussões internas entre dirigentes do PP e do União Brasil. A convenção desta terça-feira oficializou a posição do União Brasil, mas a formalização definitiva da decisão no âmbito da federação ainda depende dos procedimentos internos da União Progressista.

No dia 21 de julho, dirigentes do PP reuniram-se em Brasília com o presidente nacional da legenda, senador Ciro Nogueira (PP-PI), para discutir o posicionamento eleitoral. A maioria defendeu a neutralidade como forma de preservar alianças estaduais diferentes.

O Republicanos também decidiu não integrar formalmente nenhuma candidatura presidencial. Apesar da neutralidade nacional, a legenda apoia Flávio Bolsonaro em São Paulo, onde o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) é um dos principais aliados do senador.

Leia a íntegra da nota:

“O União Brasil decidiu, em Convenção Nacional realizada na tarde desta terça-feira (4), adotar neutralidade na disputa eleitoral para Presidente da República nas eleições de 2026.

Sendo assim, a Federação União Progressista, da qual o União Brasil faz parte, libera seus candidatos e candidatas para apoiarem, em seus Estados, os presidenciáveis que melhor se ajustem às articulações regionais e locais.”

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