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Zé Dirceu volta ao Congresso após 19 anos e avalia retorno nas eleições de 2026

De volta ao Congresso pela primeira vez após 19 anos, o ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), José Dirceu, foi assediado por estudantes, militantes da esquerda e servidores da Casa para fotos e dedicatórias no livro lançado hoje (02/04), pelo Senado, que traz um artigo de sua autoria.

O ex-ministro voltou, nesta terça-feira, a um evento no Legislativo após ter seu mandato cassado em 2005, no bojo do escândalo do mensalão. Apesar de estar fora da política e impossibilitado de concorrer às eleições até este ano, ele tem participado ativamente dos bastidores do governo. Há, nos bastidores, conversas sobre uma possível volta às urnas em 2026.

“Primeiro, 2024. Temos eleições, temos de ajudar e apoiar nosso presidente Lula e seu governo. Depois, 2025, transição para 2026, temos de trabalhar para fazer o Brasil crescer e o PT liderar a sua renovação da sua direção, processo do qual quero participar como filiado. Então, quando começar virar de 2025 para 2026, vou enfrentar essa questão se eu devo ou não ser candidato a um cargo eletivo”, disse Dirceu.

O ex-ministro da Casa Civil foi convidado pelo senador Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP) para participar da sessão solene. Além do ex-ministro de Lula, outras personalidades também discursam no evento, como a viúva do ex-presidente João Goulart, Maria Thereza Goulart e o presidente executivo do Instituto João Goulart, João Vicente Goulart.

“Quase não aceitei [o convite], porque desde a madrugada de 1º de dezembro [de 2005], quando a Câmara dos Deputados cassou meu mandato, que o povo de São Paulo tinha me dado pela terceira vez, eu nunca mais voltei ao Congresso Nacional. Mas acredito que João Goulart merecia e merece a minha presença hoje aqui”, disse.


Saiba mais: 

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No mês passado, quando completou 78 anos, Dirceu fez uma festa que reuniu do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ao vice-presidente da República e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e boa parte do primeiro escalão do atual governo de Lula.

Dirceu foi preso duas vezes: primeiro durante a ditadura militar e depois em Curitiba (PR), permanecendo um ano e nove meses, como consequência das investigações da Lava-Jato, mas foi solto em 2017.  Ele está impedido de disputar as eleições até este ano, mas há especulações sobre ele voltar às urnas em 2026.

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De volta ao Congresso pela primeira vez após 19 anos, o ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), José Dirceu, foi assediado por estudantes, militantes da esquerda e servidores da Casa para fotos e dedicatórias no livro lançado hoje (02/04), pelo Senado, que traz um artigo de sua autoria.

O ex-ministro voltou, nesta terça-feira, a um evento no Legislativo após ter seu mandato cassado em 2005, no bojo do escândalo do mensalão. Apesar de estar fora da política e impossibilitado de concorrer às eleições até este ano, ele tem participado ativamente dos bastidores do governo. Há, nos bastidores, conversas sobre uma possível volta às urnas em 2026.

“Primeiro, 2024. Temos eleições, temos de ajudar e apoiar nosso presidente Lula e seu governo. Depois, 2025, transição para 2026, temos de trabalhar para fazer o Brasil crescer e o PT liderar a sua renovação da sua direção, processo do qual quero participar como filiado. Então, quando começar virar de 2025 para 2026, vou enfrentar essa questão se eu devo ou não ser candidato a um cargo eletivo”, disse Dirceu.

O ex-ministro da Casa Civil foi convidado pelo senador Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP) para participar da sessão solene. Além do ex-ministro de Lula, outras personalidades também discursam no evento, como a viúva do ex-presidente João Goulart, Maria Thereza Goulart e o presidente executivo do Instituto João Goulart, João Vicente Goulart.

“Quase não aceitei [o convite], porque desde a madrugada de 1º de dezembro [de 2005], quando a Câmara dos Deputados cassou meu mandato, que o povo de São Paulo tinha me dado pela terceira vez, eu nunca mais voltei ao Congresso Nacional. Mas acredito que João Goulart merecia e merece a minha presença hoje aqui”, disse.


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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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