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Após 21 anos de espera, decreto federal dá autonomia para CBA captar recursos privados

O Amazonas agora poderá avançar em pesquisas no ramo da bioeconomia, isso porque o governo federal assinou nesta quarta-feira, (3), o decreto que dá autonomia ao Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), com sede na capital amazonense, para captar recursos públicos e privados para pesquisas. Nas redes sociais, os políticos locais comemoraram o feito e disseram estar esperançosos para o início de uma nova matriz econômica para o Amazonas.

A expectativa de instituições e pesquisadores da Amazônia é que o espaço, situado no Distrito Industrial de Manaus, seja uma ambiente de negócios e pesquisas sobre a biodiversidade da região.

O decreto que dá autonomia ao CBA, antes chamado de Centro de Biotecnologia da Amazônia, vem após duas décadas. Com isso, o centro ganha um CNPJ e poderá captar recursos públicos e privados para ampliar pesquisas, desenvolvimento e inovação.

Com a assinatura do documento, o CBA deixa de ser vinculado à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), e passa a ser gerido por Organização Social (OS), responsável pela gestão da instituição, que é formada por um consórcio de três instituições: Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (Fuea); Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT-SP).

No evento de assinatura do decreto estavam presentes o vice-presidente e ministro Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin; a ministra do Estado da Ciência Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; o novo superintendente da Suframa, Bosco Saraiva; o governador em exercício, Tadeu de Souza, e o presidente da bancada do Amazonas, senador Omar Aziz.

Geraldo Alckmin afirmou que o MDIC fará um contrato de gestão entre o ministério e a organização social, traçando metas, objetivos e resultados.

Tadeu de Souza disse que o novo CBA vai atrair investimentos, pesquisas e principalmente incentivos que garantirão produtos sustentáveis produzidos na Amazônia.

“O Amazonas terá um imã de atração, e será o Centro de Biotecnologia da Amazônia. Orbitando e atraindo pesquisadores, investimentos, inovações que garantirão empregos e produtos sustentáveis. O novo CBA passa a chamar atenção, agora será uma geradora de soluções, deixando ser uma geradora de preocupações”, ressaltou o governador em exercício.

Para o gestor do CBA, Fábio Calderaro, é uma vitória após 21 anos de espera, e agora o Amazonas poderá avançar em pesquisa biotecnológica, além de afirmar que isso será benéfico para os municípios do estado. 

“Eu estou muito convicto que nós estamos em uma fase agora, de pensar mais no desenvolvimento das cadeias produtivas. São essas cadeias produtivas que se comunicam com a economia do interior […] Então, essa decisão do governo federal, da Suframa ela vai ao encontro com a prorrogação do modelo Zona Franca de Manaus”, afirmou Calderaro a Onda Digital.

Reconhecimento

Em visita a Manaus, em março deste ano, Geraldo Alckmin destacou o potencial do CBA com os trabalhos que o centro já desenvolve, além do que ainda pode oferecer para a sociedade.

“O CBA está operando 10% do seu potencial e já faz trabalhos maravilhosos. O caminho é fazer pesquisa, criar patente, depois emprego e riqueza pra região. Houve uma questão jurídica que conseguimos resolver e deveremos assinar o contrato de gestão com a Organização Social”, informou o vice-presidente e ministro, na ocasião.

Proteção

A mudança de gestão do CBA passou por um longo processo. Em maio do ano passado, foi lançado o Edital de Chamamento Público, visava modernizar a atuação do CBA, instituição com 20 anos de existência, que será redirecionada para a transformação de pesquisas em negócios.

O certame se destinou a entidades com atividades dirigidas ao desenvolvimento de novos negócios e projetos, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico e inovação, e à formação e qualificação de fornecedores, preferencialmente em bioeconomia.

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O Amazonas agora poderá avançar em pesquisas no ramo da bioeconomia, isso porque o governo federal assinou nesta quarta-feira, (3), o decreto que dá autonomia ao Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), com sede na capital amazonense, para captar recursos públicos e privados para pesquisas. Nas redes sociais, os políticos locais comemoraram o feito e disseram estar esperançosos para o início de uma nova matriz econômica para o Amazonas.

A expectativa de instituições e pesquisadores da Amazônia é que o espaço, situado no Distrito Industrial de Manaus, seja uma ambiente de negócios e pesquisas sobre a biodiversidade da região.

O decreto que dá autonomia ao CBA, antes chamado de Centro de Biotecnologia da Amazônia, vem após duas décadas. Com isso, o centro ganha um CNPJ e poderá captar recursos públicos e privados para ampliar pesquisas, desenvolvimento e inovação.

Com a assinatura do documento, o CBA deixa de ser vinculado à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), e passa a ser gerido por Organização Social (OS), responsável pela gestão da instituição, que é formada por um consórcio de três instituições: Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (Fuea); Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT-SP).

No evento de assinatura do decreto estavam presentes o vice-presidente e ministro Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin; a ministra do Estado da Ciência Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; o novo superintendente da Suframa, Bosco Saraiva; o governador em exercício, Tadeu de Souza, e o presidente da bancada do Amazonas, senador Omar Aziz.

Geraldo Alckmin afirmou que o MDIC fará um contrato de gestão entre o ministério e a organização social, traçando metas, objetivos e resultados.

Tadeu de Souza disse que o novo CBA vai atrair investimentos, pesquisas e principalmente incentivos que garantirão produtos sustentáveis produzidos na Amazônia.

“O Amazonas terá um imã de atração, e será o Centro de Biotecnologia da Amazônia. Orbitando e atraindo pesquisadores, investimentos, inovações que garantirão empregos e produtos sustentáveis. O novo CBA passa a chamar atenção, agora será uma geradora de soluções, deixando ser uma geradora de preocupações”, ressaltou o governador em exercício.

Para o gestor do CBA, Fábio Calderaro, é uma vitória após 21 anos de espera, e agora o Amazonas poderá avançar em pesquisa biotecnológica, além de afirmar que isso será benéfico para os municípios do estado. 

“Eu estou muito convicto que nós estamos em uma fase agora, de pensar mais no desenvolvimento das cadeias produtivas. São essas cadeias produtivas que se comunicam com a economia do interior […] Então, essa decisão do governo federal, da Suframa ela vai ao encontro com a prorrogação do modelo Zona Franca de Manaus”, afirmou Calderaro a Onda Digital.

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Em visita a Manaus, em março deste ano, Geraldo Alckmin destacou o potencial do CBA com os trabalhos que o centro já desenvolve, além do que ainda pode oferecer para a sociedade.

“O CBA está operando 10% do seu potencial e já faz trabalhos maravilhosos. O caminho é fazer pesquisa, criar patente, depois emprego e riqueza pra região. Houve uma questão jurídica que conseguimos resolver e deveremos assinar o contrato de gestão com a Organização Social”, informou o vice-presidente e ministro, na ocasião.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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