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Governo vai assinar reajuste de benefícios para servidores no auxílio-alimentação, saúde e creche

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) assinará, nesta quinta-feira (25/04), o reajuste nos benefícios (auxílio-alimentação, per capita da saúde complementar e assistência pré-escolar) para os servidores públicos.

Atualmente, diversas categorias estão em campanha salarial e greve, como os servidores ambientais e da Educação, mas o governo federal tem evitado um reajuste linear. Em café da manhã com jornalistas na última terça-feira (23/04), porém, Lula relembrou seu histórico sindicalista em São Bernardo do Campo (SP) e disse que “ninguém será punido neste país por fazer uma greve”.

“O pessoal estava muito, muito, muito, muito reprimido. Eles não faziam greve há muito tempo, não tinham aumento de salário há muito tempo. Nós estamos preparando aumento de salário para todas as carreiras”, completou o presidente.

Mas esse reajuste, deve vir apenas no próximo ano para a maioria dos servidores. A proposta do governo de reajustar os benefícios foi formalizada em 10 de abril, após discussões ocorridas no âmbito da Mesa Nacional de Negociação Permanente. O governo deu um prazo para as categorias discutirem em suas bases.


Leia mais:

Governo Lula propõe a servidores federais da Educação reajuste de 9% em 2025

Governo nega reajuste a servidores federais e oferece aumento em auxílios


Valores

O auxílio-alimentação dos servidores federais deverá subir de R$ 658 para R$ 1 mil; o auxílio-saúde, de R$ 144 para R$ 215; e o auxílio-creche, de R$ 321 para R$ 484,90. Os recursos para bancar esses reajustes já estão reservados no Orçamento de 2024.

Servidores ainda demandam a equiparação com os valores pagos pelo Executivo ao do Legislativo e Judiciário. Para fins de comparação, o Legislativo paga R$ 1.331,59 em auxílio-alimentação, enquanto o Judiciário paga R$ 1.182,74.

O governo federal considera legítima a demanda por equiparação, mas frisa que a proposta de correção nos auxílios não tem precedentes.

Caso confirmado o acordo, os novos valores dos benefícios serão válidos a partir de maio deste ano, mas o pagamento será feito retroativamente em junho, pois a folha de salários do próximo mês já foi fechada. Isso significa que a parcela que não foi paga em maio será paga em junho, junto à parcela daquela mês.

*Com informações do Metrópoles

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) assinará, nesta quinta-feira (25/04), o reajuste nos benefícios (auxílio-alimentação, per capita da saúde complementar e assistência pré-escolar) para os servidores públicos.

Atualmente, diversas categorias estão em campanha salarial e greve, como os servidores ambientais e da Educação, mas o governo federal tem evitado um reajuste linear. Em café da manhã com jornalistas na última terça-feira (23/04), porém, Lula relembrou seu histórico sindicalista em São Bernardo do Campo (SP) e disse que “ninguém será punido neste país por fazer uma greve”.

“O pessoal estava muito, muito, muito, muito reprimido. Eles não faziam greve há muito tempo, não tinham aumento de salário há muito tempo. Nós estamos preparando aumento de salário para todas as carreiras”, completou o presidente.

Mas esse reajuste, deve vir apenas no próximo ano para a maioria dos servidores. A proposta do governo de reajustar os benefícios foi formalizada em 10 de abril, após discussões ocorridas no âmbito da Mesa Nacional de Negociação Permanente. O governo deu um prazo para as categorias discutirem em suas bases.


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Servidores ainda demandam a equiparação com os valores pagos pelo Executivo ao do Legislativo e Judiciário. Para fins de comparação, o Legislativo paga R$ 1.331,59 em auxílio-alimentação, enquanto o Judiciário paga R$ 1.182,74.

O governo federal considera legítima a demanda por equiparação, mas frisa que a proposta de correção nos auxílios não tem precedentes.

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*Com informações do Metrópoles

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