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MP Eleitoral defende cassação de mandato de Moro

Nesta segunda (01/04), o Ministério Público Eleitoral defendeu, em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR).

A manifestação foi lida pelo Procurador Regional Eleitoral, Marcelo Godoy, durante a sessão na qual o TRE do Paraná julga dois processos nos quais o PT e o PL acusam o senador de abuso de poder econômico pela suposta realização de gastos irregulares no período de pré-campanha em 2022.

Conforme Godoy, responsável pelo caso, há a necessidade que “se reconheça a prática de abuso de poder econômico” na campanha de Moro, e defendeu também que a chapa que o elegeu seja cassada e que o parlamentar fique inelegível.


Leia mais: 

Lula escolhe magistrado do TRE-PR que vai julgar Moro

Bolsonaro e Ratinho Júnior apoiarão Paulo Martins ao Senado caso Moro perca mandato

MP eleitoral do Paraná pede a cassação de Sergio Moro


Os partidos acusam Moro de abuso de poder econômico nas eleições. Segundo as legendas, ele teve vantagem indevida na disputa pelo Senado por ter feito, nos meses anteriores, uma pré-campanha à Presidência com gastos de mais de R$ 2 milhões, que deu a ele mais visibilidade do que aos concorrentes.

O julgamento está previsto para durar três sessões. Além de hoje (01/04), o tribunal reservou os dias 3 e 8 de abril para concluir a análise do caso.

Se for decidido pela cassação de mandato, o senador ficará inelegível até 2030. O resultado ainda poderá ser contestado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tomará a decisão final.

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Nesta segunda (01/04), o Ministério Público Eleitoral defendeu, em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR).

A manifestação foi lida pelo Procurador Regional Eleitoral, Marcelo Godoy, durante a sessão na qual o TRE do Paraná julga dois processos nos quais o PT e o PL acusam o senador de abuso de poder econômico pela suposta realização de gastos irregulares no período de pré-campanha em 2022.

Conforme Godoy, responsável pelo caso, há a necessidade que “se reconheça a prática de abuso de poder econômico” na campanha de Moro, e defendeu também que a chapa que o elegeu seja cassada e que o parlamentar fique inelegível.


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O julgamento está previsto para durar três sessões. Além de hoje (01/04), o tribunal reservou os dias 3 e 8 de abril para concluir a análise do caso.

Se for decidido pela cassação de mandato, o senador ficará inelegível até 2030. O resultado ainda poderá ser contestado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tomará a decisão final.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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